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sábado, 22 de fevereiro de 2014

Mais de 400 cidadãos e cidadãs vão representar contra Gilmar Mendes, por se sentirem caluniados

Exigimos uma satisfação, ministro Gilmar Mendes





Excelentíssimo senhor doutor Gilmar Ferreira Mendes,

Quem lhe escreve são centenas de cidadãos (até aqui, 411) signatários de interpelação judicial de Vossa Excelência que será interposta no Supremo Tribunal Federal em decorrência de declarações suas referentes à cotização que levamos a cabo em solidariedade a membros do Partido dos Trabalhadores condenados no julgamento da Ação Penal 470, vulgo mensalão.

No momento em que esta missiva está sendo escrita, estamos nos mobilizando para reunir documentos e para novamente nos cotizarmos a fim de fazer frente ao pagamento do escritório de advocacia que conduzirá a interpelação que lhe faremos judicialmente.
Esta missiva pretende demonstrar o sentimento que nos move, ou seja, de constrangimento e de indignação.

Constrangimento porque, discordantes da decisão do Supremo no que tange a AP 470, exercemos nosso direito constitucional de doar recursos próprios a quem bem entendermos em conformidade com os nossos direitos civis e com a Constituição Federal e, assim, às centenas divulgamos publicamente que fizemos tais doações.

Ora, diante das acusações de Vossa Excelência aos que doamos esses recursos – uma acusação no sentido de que podemos ter participado de um esquema de “lavagem de dinheiro” –, como ficamos diante de amigos, familiares e até de pessoas que não nos conhecem? Ficaremos tachados de “lavadores de dinheiro”?

Além de constrangidos, também ficamos indignados. Sob que provas Vossa Excelência fez essa acusação? Sob que indícios nos colocou sob suspeita diante de toda a Nação, valendo-se, para tanto, das facilidades que tem para se fazer ecoar pelos maiores e mais poderosos meios de comunicação do país?

E, não bastando, além de sermos acusados por Vossa Excelência esses meios de comunicação não nos deram voz para contestarmos a acusação. Fomos literalmente censurados.
Que democracia é essa? Iremos interpelá-lo, Excelência, para descobrir…

E para coroar tudo o que Vossa Excelência disse, ainda tratou de debochar de nossa impotência sugerindo-nos que fôssemos cumprir pena no lugar daqueles que ajudou a condenar no âmbito de um processo que vêm sofrendo questionamentos de tantos e tão eminentes juristas de todo o país.
Além disso, sempre na linha do deboche dos amordaçados, Vossa Excelência ainda nos sugeriu que nos cotizássemos para pagar a soma que o Supremo diz ter sido desviada pelos condenados da AP 470.

Ou seja: Vossa Excelência prega que sejamos apenados com uma dívida que não foi cobrada nem daqueles que ajudou a condenar.

Vossa Excelência talvez ainda não saiba, mas grande parte dos que doaram recursos ao condenados não têm nem filiação partidária, sindical, nada. São apenas simpatizantes do Partido dos Trabalhadores e/ou dos filiados a esse partido que foram condenados no julgamento em questão.

Além de ser óbvio que mesmo os que são filiados a algum partido ou organização apenas exerceram seus direitos, é inadmissível que cidadãos que não foram condenados a nada sejam tratados assim. Aliás, nem condenados merecem chacota de autoridade que os condenou.

Excelentíssimo doutor Gilmar Ferreira Mendes, a condição de ser uma das onze autoridades máximas do Poder Judiciário ainda agrava sobremaneira as declarações que deu sem, até aqui, amparo de provas ou de meros indícios. Ao menos publicamente.

Estimulados pelas declarações de Vossa Excelência, hordas de jornalistas e até de internautas vêm distorcendo fatos, inventando “provas”, doações “suspeitas” como se verdadeiras fossem.

O jornalista de O Globo Merval Pereira, por exemplo, disse na rádio CBN que a campanha de arrecadação de José Genoino teve uma única doação no valor de R$ 600 mil. Se quiser, Vossa

Excelência pode ouvir esse comentário clicando aqui.

Com efeito, quem conta um conto aumenta um ponto…

O comentário do jornalista Merval Pereira, pois, é uma sandice. O valor total da multa de José Genoino foi de cerca de 600 mil reais. Então uma única doação foi responsável por ter pago sua multa? Isso é uma legítima sandice!

Afirmamos peremptoriamente, pois, que jamais existiu essa doação e desafiamos qualquer um a provar que tenha existido. Aliás, exigimos que provem uma única irregularidade.

É uma indignidade o que estamos sofrendo por Vossa Excelência ter nos criminalizado aos milhares. Sim, milhares. Isso porque os cerca de 400 cidadãos que firmarão a interpelação supracitada não representam nem um décimo de todos os que doaram, muitos dos quais infelizmente ainda não sabem desta iniciativa ou, pior, temem aderir a ela.

Em qualquer democracia sadia, arguir uma autoridade por declarações insultantes que deu como cidadão não poderia despertar temor em ninguém. Não iremos interpelar nem o STF nem um seu ministro, mas o cidadão Gilmar Mendes. Um cidadão que não tem nem mais nem menos direitos do que o mais humilde brasileiro.

Diante da enormidade que vai acima, não nos resta outra alternativa. Amordaçados pela mídia, ignorados por quem nos acusou, só nos resta bater às portas da Justiça. E, antes de tudo, consideramos que fazê-lo é uma homenagem a esse Poder, pois nossa iniciativa revela que ainda acreditamos nele e na democracia brasileira.

Que não descubramos, pois, que vivemos uma ditadura no Brasil. Exigimos uma satisfação, ministro Gilmar Ferreira Mendes. Temos direito a ela, lutaremos por ela. Somos tão cidadãos brasileiros quanto Vossa Excelência. Entre os poderes que seu cargo lhe confere não está o de assacar suposições caluniosas contra cidadãos inocentes.

E temos dito.
*
PS: estas palavras não se dirigem a Gilmar Mendes, mas aos cidadãos que estão se preparando para firmar a interpelação dele na Justiça. Informo que os e-mails com as instruções para formalizar a adesão à ação judicial em questão começaram a ser enviados neste sábado, 22 de fevereiro de 2014. Rogamos que tão pronto receba o e-mail, tente cumprir os requisitos o mais rapidamente possível.

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Joaquim Barbosa não cumpre a Constituição Do Brasil, Assine pelo seu Impeachment

Joaquim Barbosa nega o direito de advogados cegos trabalharem, veja o vídeo, aproveite e assine a petição pelo Impeachment do Presidente do Supremo Joaquim Barbosa no link abixo:

https://secure.avaaz.org/po/petition/Senado_Federal_Impeachment_de_Joaquim_Barbosa/?wyowTab




sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Viva José Genuíno! Viva José Dirceu! Viva a Resistência à Ditadura!

Num país marcado por tantas desigualdades e tantas injustiças, quero homenagear dois daqueles que nos honraram em suas lutas para que a Ditadura Militar apoiada pela elite e pelos grandes meios de comunicação fossem derrubados.


A vida é cheia de contradições, mas uma certeza podemos ter a verdade sempre vem a tona. Digo cheia de contradições por que estes dois Heróis que lutaram para que tivéssemos uma país mais justo mais igual e menos injusto foi condenado por corte suprema e, mais especificamente por um árduo trabalho de Joaquim Barbosa para tentar montar uma acusação parecesse ser verdadeira num robusto conjunto de provas que inocentavam os chamados réus.

O "mensalão" ou melhor dizendo O mentirão foi criado pela mesma elite e pelos grandes meios de comunicação que apoiaram a Ditadura Militar e acatada pela mais alta corte de "justiça" deste país.

A contradição maior foi que Joaquim Barbosa, o que mais se empenhou em condenar sem provas, saiu de baixo, lutou muito para chegar onde está e quando chega se alia a elite e aos meios de comunicação, justamente aqueles que sempre impediu que os pequenos crescessem neste país e que tivessem mais oportunidades.

E, Joaquim Barbosa age pontualmente para chamar as atenções, como mandar prender os inocentes condenados no dia da Proclamação da República tentando passar o simbolismo em sua atitude. Não será surpresa se no dia 21 de Abril de 2014, Joaquim Barbosa anunciar sua candidatura a Presidência da República. Os mentirosos sempre acreditam que não serão desmascarados. Porém, os destino é cruel para eles, pois, a verdade sempre aparece e, quando acontecer será apenas mais um desmascarado e abandonado, pois, a elite não precisará mais dele.

Lembra muito a lenda de Macunaíma.

 

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Novo Jornal: Joaquim Barbosa escondeu laudo que envolvia seu filho





Empresa investigada no inquérito 2474/STF, derivado do “mensalão”, por receber R$ 2,5 milhões de Valério contratou filho de Joaquim Barbosa
Na Rede Brasil Atual, por Helena Sthephanowitz

Se Barbosa é relator da ação que envolve Valério, não deveria ter mais 
atenção a este tema? O grupo Tom Brasil contratou Felipe Barbosa, 
filho do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim 
Barbosa, para assessor de imprensa na casa de shows Vivo Rio, 
em 2010. Até poucos dias atrás, antes de ele ir trabalhar na 
“TV Globo” com Luciano Huck, Felipe ainda era funcionário 
da Tom Brasil.

Nada demais, não fosse um forte inconveniente: a Tom Brasil é 
investigada no inquérito 2474/STF, derivado do chamado 
“mensalão”, e o relator é seu pai Joaquim Barbosa. Este inquérito,
 aberto para investigar fontes de financiamento do chamado 
“mensalão”, identificou pagamento da DNA propaganda, de Marcos
 Valério, para a Casa Tom Brasil, com recursos da Visanet, no valor
 de R$ 2,5 milhões. E quem autorizou este pagamento foi Cláudio 
de Castro Vasconcelos, gerente-executivo de Propaganda e 
Marketing do Banco do Brasil, desde o governo FHC. 
Estranhamente não foi denunciado na AP-470 (chamado “mensalão”)
 junto com Henrique Pizzolato.

Outra curiosidade é que um dos sócios do grupo Tom Brasil, 
Gladston Tedesco, foi indiciado na Operação Satiagraha, sob a 
acusação de evasão de divisas como cotista do Opportunity Fund 
no exterior, situação vedada a residentes no Brasil. Ele negou ao 
jornal “Folha de S. Paulo” que tenha feito aplicações no referido 
fundo.

Tedesco foi diretor da Eletropaulo quando era estatal em governos 
tucanos, e respondeu (ou responde) a processo por improbidade 
administrativa movida pelo Ministério Público.

Pode ser só que o mundo seja pequeno, e tudo não passe de 
coincidência, ou seja, lobismo de empresários que cortejam o poder, 
embora o ministro Joaquim Barbosa devesse ter se atentado para 
essa coincidência inconveniente, dada a sua dedicação ao inquérito. 
Entretanto, não custa lembrar que se o ministro, em vez de juiz, 
fosse um quadro de partido político, o quanto essa relação poderia 
lhe causar complicações para provar sua inocência, caso enfrentasse 
 um juiz como ele, que tratou fatos dúbios como se fossem certezas 
absolutas na Ação Penal 470. Também é bom lembrar que o ministro 
Joaquim Barbosa já declarou que não tem pressa para julgar o 
mensalão tucano, no qual Marcos Valério é acusado de repassar 
grandes somas em dinheiro para a campanha eleitoral dos tucanos 
Eduardo Azeredo e Aécio Neves.

PS: Barbosa manteve o inquérito 2424 em sigilo absoluto. 
Neste inquérito, constavam documentos que podiam inocentar vários 
réus da Ação Penal 470. Os documentos também envolviam, 
conforme denúncia da Rede Brasil Atual, o seu próprio filho, que 
trabalhou numa empresa investigada por receber R$ 2,5 milhões de 
Marcos Valério. Tudo muito estranho. Ainda iremos escrever um 
bocado sobre isto. Aguarde.

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quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Lavanderia Andréia e Aético Never

Do Novo Jornal


Projeto político de Aécio Neves quase derrete ou explode


Colocado à prova, Aécio mostra que sua atuação política depende da "cobertura" da imprensa. Discórdia causa atraso de recurso gerando insatisfação
 A correria da equipe de Aécio Neves no início desta semana, em Belo Horizonte, para sacar dinheiro vivo para pagar diversos veículos da mídia nacional acabou causando a paralisação das atividades da tesouraria do Banco Rural e BMG. Funcionários das instituições relatam que Andréa Neves comandou pessoalmente a operação que zerou a disponibilidade de moeda dos dois bancos.
O esquema que opera desde 1987 em Minas Gerais, dando cobertura a diversas operações irregulares, fato comprovado com a condenação dos dois presidentes das instituições bancárias, pelo visto conta com a cooperação do Banco Central. Inclusive o atual presidente do Banco Rural, João Heraldo, condenado em diversos processos, é oriundo da instituição. 
Mostrando que Minas Gerais é um Estado independente dentro da Federação, funcionários do Banco Rural e BMG informam que quantia não inferior a R$ 50 milhões teria sido sacada em um só dia sem que qualquer autoridade monetária interviesse. Informam ainda que recursos solicitados a custódia do Banco Central entraram apenas contabilmente na tesouraria, teriam seguido direto para o aeroporto da Pampulha.
Este é o final do incidente ocorrido em função da viagem de Aécio e de sua Irmã Andrea para o exterior, causando atraso no repasse de recursos para a mídia nacional que culminou com a publicação, em 2 de fevereiro, de uma crítica do jornalista Reinaldo Azevedo, na revista “Veja”, ao senador Aécio Neves;
“Aécio Neves (PSDB-MG), cotado para ser presidente do partido e apontado como candidato à Presidência da República, havia acenado com a possibilidade de fazer um discurso em defesa da candidatura de Taques. Discurso não houve. O senador se limitou, há alguns dias, a fazer uma espécie de convite-apelo a Renan para que retirasse a sua candidatura. O alagoano não topou, claro… O apoio ao opositor de Renan, no fim das contas, foi uma operação de marketing que acabou saindo pela culatra. Agora, resta  suspeita da farsa, do adesismo e da traição, tudo misturado. Se era para fazer esse papelão, melhor teria sido defender que a presidência coubesse à maior bancada e fim de papo. Melhor a sabujice franca do que a dissimulada”.
A grande imprensa nacional, além de repercutir tal crítica, não publicou uma linha na defesa de Aécio. Só após o pagamento, em 4 de fevereiro, que Reinaldo Azevedo publicou uma nota do Senador Aécio Neves apresentando sua versão. Segundo político da velha guarda, este fato comprova que a candidatura de Aécio Neves só existe devido ter se transformado em fonte de renda, conforme matéria de Novojornal, “Aécioduto. O novo grande negócio da mídia nacional”.
“Fora deste ambiente sua candidatura derrete ou explode”, conclui.
Nota da Redação:
Após publicação desta matéria, ao contrário do noticiado, fomos informados que o Banco Central - Belo Horizonte – determinou uma inspeção para analisar as operações citadas na matéria, ocorridas no Banco Rural e BMG.
Procurados pela reportagem do Novojornal, prometeram, para esta semana, uma nota esclarecendo o fato.
 


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