Ao que parece, é sempre bom lembrar, Minas não respira mais liberdade desde que a dupla Aécio/Anastasia chegou ao Palácio da Liberdade.
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quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Aécio impôs demissão de jornalista?
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terça-feira, 13 de dezembro de 2011
Será um Contra-ataque ao Livro "A Privataria Tucana"?
Saiu no Novo Jornal
"Lista de Furnas": Será a melhor defesa o ataque?
Notícias acusam de ser falsa uma lista periciada e reconhecida como autêntica. E atribuem a falsidade a um cidadão preso e incomunicável
Reportagem publicada nesse sábado (10/12) “A trama dos Falsários”, em uma revista semanal de circulação nacional causou surpresa e ao mesmo tempo desconfiança devido à fragilidade das provas e a pueril análise e divulgação de uma interceptação telefônica apresentada como efetuada pela Polícia Federal por determinação judicial.
O cenário onde teria ocorrido a trama noticiada e os atores destoa da realidade.
A surpresa ocorre em função de a revista deter uma das maiores e melhores equipes do jornalismo brasileiro além de uma gigantesca estrutura operacional e financeira nacional e internacional, capaz de realizar profunda e competente pesquisa e posterior análise de documentos para fundamentar suas matérias.
O que não ocorreu em relação à matéria anteriormente citada. Passando a impressão de ter sido escrita e veiculada na procura de um ambiente propicio perante a opinião pública para convencimento de que a “Lista de Furnas” é falsa. Evidente que os principais interessados e beneficiados pelo ambiente criado são a alta direção do PSDB/DEM, citada na “Lista de Furnas”.
Já a dúvida, esta merece uma profunda reflexão. Qual será o verdadeiro motivo que levou a alta direção editorial da revista formada por profissionais de alta experiência profissional a embarcar neste enorme equívoco noticioso que não se sustenta diante das decisões judiciais já proferidas além das perícias já efetuadas na citada “Lista de Furnas” pela própria Polícia Federal que comprovou sua autenticidade.
Em relação ao denominado “Lobista”, Nilton Monteiro, bastaria que a revista contratasse um jornalista mineiro, para ter conhecimento do que é público. O mesmo é hoje um “preso político” em pleno regime democrático encarcerado por aqueles que ele denunciou e comprovou como praticantes de graves crimes. Existem inclusive integrantes da própria Polícia Civil de Minas Gerais que asseguram que dificilmente o mesmo será solto. Outros que chegam ao extremo de afirmar que está demorando, para que o mesmo seja “executado”.
A inverdade contida na matéria é tamanha que o ex-deputado federal José Carlos Aleluia, citado como um dos prejudicados pela suposta falsificação de sua assinatura perdeu perante o Tribunal de Justiça de Minas Gerais uma ação ajuizada contra Nilton Monteiro por calúnia. A decisão fundamentou-se no fato da “Lista de Furnas” ter sido periciada e considerada autêntica pela Polícia Federal. Não é crível que a revista tenha publicado uma matéria de tamanha importância que mereceu inclusive ser a capa da edição sem antes realizar uma rigorosa pesquisa.
Este comportamento expõe sua credibilidade o que levanta suspeita e gera críticas de que a mesma foi utilizada pelos tucanos como instrumento para execução de uma velha estratégia política: “A melhor defesa é o ataque”. Já é público que haverá desdobramentos em relação a “Lista de Furnas”, principalmente junto ao Supremo Tribunal Federal, ao qual integra o ministro Joaquim Barbosa citado oportunamente na matéria.
Embora publicada como reportagem, a matéria é facilmente reconhecida como uma entrevista de Tucanos e Democratas envolvidos na lista de Furnas. As afirmações, embora apresentadas como texto jornalístico, contêm a versão sobre a Lista de Furnas já apresentada por integrantes de ambos partidos. Inclusive em diversas peças processuais no judiciário.
Em Minas Gerais, berço dos principais envolvidos na “lista de Furnas”, inclusive do autor da mesma apontado pela Polícia Federal estes fatos são mais conhecidos ampliando as suspeitas levantadas contra a revista. Segundo políticos mineiros, a reportagem é apenas mais um passo dentro do esquema montado na tentativa de desacreditar a famosa lista.
Diversos veículos da mídia mineira, até mesmo aqueles sabidamente mais próximos do Palácio da Liberdade ocupado há décadas por tucanos envolvidos na citada “Lista de furnas”, procurados para publicarem matéria idêntica na tentativa de justificar a prisão de Nilton Monteiro se recusaram. A respeito desta prisão, Novojornal já publicou uma série de matérias, disponibilizadas abaixo.
Este comportamento pode ser creditado ao peso na consciência de parte da imprensa mineira do fato de ter abandonado a pauta da prisão de Nilton Monteiro. Embora ao dono de um grande grupo editorial local interesse a prisão de Monteiro. Hoje, quase dois meses após sua detenção, ainda não foi apresentada qualquer prova que justifique sua prisão. Ao contrário, a exemplo do tempo da inquisição, os detentores do Poder o isolaram querendo que ele permaneça no “calabouço”.
Porém, como se a redimisse do equívoco e das comprovadas contradições da matéria, um benefício ela trouxe. A mídia nacional tomou conhecimento da necessidade de uma cobertura maior e responsável sobre o que está por traz da prisão de Nilton Monteiro. Diminuindo a possibilidade de ele permanecer indefinidamente como “Preso Político”, ou que seja assassinado em seu cárcere.
Alguns juristas afirmam que por cautela se realmente existir motivos para ele continuar preso que o mesmo seja transferido para um presídio sob a guarda Federal. O Governo de Minas deveria ser o primeiro a defender este posicionamento, conclui. É importante que o Brasil saiba que é extremamente perigoso viver atualmente em Minas Gerais, principalmente discordando dos atuais detentores do Governo do Estado.
A OAB, as Igrejas, os Sindicatos, movimentos e a comissão de direitos humanos da Assembleia, além do Ministério Público presenciam tudo calados. Novojornal não defende de maneira antecipada que Nilton Monteiro seja inocente. Quer e deve mesmo destoando do restante da imprensa assegurar ao mesmo o direito de defender-se. Não compactuaremos mesmo que por omissão com o que está ocorrendo. No passado, comportamento igual ao adotado atualmente pela imprensa possibilitou que diversos brasileiros inocentes permanecessem presos e fossem torturados, a exemplo da atual Presidente da República.
Documentos que fundamentam a matéria
Cópia do auto de apreensão pela Polícia Federal da “Lista de Furnas”
Cópia da perícia realizada pela Polícia Federal na “Lista de Furnas”
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O cenário onde teria ocorrido a trama noticiada e os atores destoa da realidade.
A surpresa ocorre em função de a revista deter uma das maiores e melhores equipes do jornalismo brasileiro além de uma gigantesca estrutura operacional e financeira nacional e internacional, capaz de realizar profunda e competente pesquisa e posterior análise de documentos para fundamentar suas matérias.
O que não ocorreu em relação à matéria anteriormente citada. Passando a impressão de ter sido escrita e veiculada na procura de um ambiente propicio perante a opinião pública para convencimento de que a “Lista de Furnas” é falsa. Evidente que os principais interessados e beneficiados pelo ambiente criado são a alta direção do PSDB/DEM, citada na “Lista de Furnas”.
Já a dúvida, esta merece uma profunda reflexão. Qual será o verdadeiro motivo que levou a alta direção editorial da revista formada por profissionais de alta experiência profissional a embarcar neste enorme equívoco noticioso que não se sustenta diante das decisões judiciais já proferidas além das perícias já efetuadas na citada “Lista de Furnas” pela própria Polícia Federal que comprovou sua autenticidade.
Em relação ao denominado “Lobista”, Nilton Monteiro, bastaria que a revista contratasse um jornalista mineiro, para ter conhecimento do que é público. O mesmo é hoje um “preso político” em pleno regime democrático encarcerado por aqueles que ele denunciou e comprovou como praticantes de graves crimes. Existem inclusive integrantes da própria Polícia Civil de Minas Gerais que asseguram que dificilmente o mesmo será solto. Outros que chegam ao extremo de afirmar que está demorando, para que o mesmo seja “executado”.
A inverdade contida na matéria é tamanha que o ex-deputado federal José Carlos Aleluia, citado como um dos prejudicados pela suposta falsificação de sua assinatura perdeu perante o Tribunal de Justiça de Minas Gerais uma ação ajuizada contra Nilton Monteiro por calúnia. A decisão fundamentou-se no fato da “Lista de Furnas” ter sido periciada e considerada autêntica pela Polícia Federal. Não é crível que a revista tenha publicado uma matéria de tamanha importância que mereceu inclusive ser a capa da edição sem antes realizar uma rigorosa pesquisa.
Este comportamento expõe sua credibilidade o que levanta suspeita e gera críticas de que a mesma foi utilizada pelos tucanos como instrumento para execução de uma velha estratégia política: “A melhor defesa é o ataque”. Já é público que haverá desdobramentos em relação a “Lista de Furnas”, principalmente junto ao Supremo Tribunal Federal, ao qual integra o ministro Joaquim Barbosa citado oportunamente na matéria.
Embora publicada como reportagem, a matéria é facilmente reconhecida como uma entrevista de Tucanos e Democratas envolvidos na lista de Furnas. As afirmações, embora apresentadas como texto jornalístico, contêm a versão sobre a Lista de Furnas já apresentada por integrantes de ambos partidos. Inclusive em diversas peças processuais no judiciário.
Em Minas Gerais, berço dos principais envolvidos na “lista de Furnas”, inclusive do autor da mesma apontado pela Polícia Federal estes fatos são mais conhecidos ampliando as suspeitas levantadas contra a revista. Segundo políticos mineiros, a reportagem é apenas mais um passo dentro do esquema montado na tentativa de desacreditar a famosa lista.
Diversos veículos da mídia mineira, até mesmo aqueles sabidamente mais próximos do Palácio da Liberdade ocupado há décadas por tucanos envolvidos na citada “Lista de furnas”, procurados para publicarem matéria idêntica na tentativa de justificar a prisão de Nilton Monteiro se recusaram. A respeito desta prisão, Novojornal já publicou uma série de matérias, disponibilizadas abaixo.
Este comportamento pode ser creditado ao peso na consciência de parte da imprensa mineira do fato de ter abandonado a pauta da prisão de Nilton Monteiro. Embora ao dono de um grande grupo editorial local interesse a prisão de Monteiro. Hoje, quase dois meses após sua detenção, ainda não foi apresentada qualquer prova que justifique sua prisão. Ao contrário, a exemplo do tempo da inquisição, os detentores do Poder o isolaram querendo que ele permaneça no “calabouço”.
Porém, como se a redimisse do equívoco e das comprovadas contradições da matéria, um benefício ela trouxe. A mídia nacional tomou conhecimento da necessidade de uma cobertura maior e responsável sobre o que está por traz da prisão de Nilton Monteiro. Diminuindo a possibilidade de ele permanecer indefinidamente como “Preso Político”, ou que seja assassinado em seu cárcere.
Alguns juristas afirmam que por cautela se realmente existir motivos para ele continuar preso que o mesmo seja transferido para um presídio sob a guarda Federal. O Governo de Minas deveria ser o primeiro a defender este posicionamento, conclui. É importante que o Brasil saiba que é extremamente perigoso viver atualmente em Minas Gerais, principalmente discordando dos atuais detentores do Governo do Estado.
A OAB, as Igrejas, os Sindicatos, movimentos e a comissão de direitos humanos da Assembleia, além do Ministério Público presenciam tudo calados. Novojornal não defende de maneira antecipada que Nilton Monteiro seja inocente. Quer e deve mesmo destoando do restante da imprensa assegurar ao mesmo o direito de defender-se. Não compactuaremos mesmo que por omissão com o que está ocorrendo. No passado, comportamento igual ao adotado atualmente pela imprensa possibilitou que diversos brasileiros inocentes permanecessem presos e fossem torturados, a exemplo da atual Presidente da República.
Documentos que fundamentam a matéria
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domingo, 27 de novembro de 2011
Impunidade: Dep. Jair Bolsonaro Insulta a População Brasileira
Do blog aa Ana Giulia Zortea
O cargo de presidente de um país, ao meu ponto de vista é o mais alto cargo que alguém pode alcançar.
E hoje dia 24 de novembro li muitas coisas que me deixaram indignada, mas não vou falar sobre todas
porque são coisas que machucam(estou tentando tocar o barco).
Portanto vou falar apenas sobre um tal deputado Bolsonaro. Este senhor a alguns meses atrás já havia falado algo que repercutiu e muito mal sobre a mulher negra, mas ninguém fez nada de concreto, afinal no Brasil cada um fala o que quer e bem entende, é o famoso direito de expressão(embora eu acredite que não funcione da mesma forma para todos).
Mas eu acredito que respeito todos merecem, principalmente a presidenta que esta no mais alto cargo do país. Se um deputado fala com tamanho desrespeito em relação a nossa presidenta e ninguém faz nada, como podemos querer que la fora o Brasil continue e seja respeitado, se aqui cada um fala e ofende a primeira mulher presidente do país???
Falam tanto em violência contra a mulher, pois ao meu ponto de vista isto também foi um ato de violência e desrespeito de um homem contra uma mulher, pois não falam que violência não é só física, ela pode ser psicológica moral e outras???? Liberdade de expressão é uma coisa, agora desrespeito é outra.
Falei a alguns dias atrás que ao meu ver os partidos no Brasil podem divergir mas se respeitam, acho que tenho que retirar o que disse. Não concordar com alguém é uma coisa, agora querer mudar a opinião de todos na marra é outra.
Fiquei sabendo deste tal kite gay. E tenho onze anos, na verdade acho que seria estranho ver livros como falaram que era, mas sinceramente não vejo nada demais em ter aula com um professor gay ou professora, e também acho que seria interessante se o tema fosse abordado não entre crianças de até o quinto ano, mas do sétimo em diante .
Afinal pelo que vejo isto não faz de ninguém melhor ou pior, ser gay não muda o carater de ninguém ser gay não vai fazer da pessoa assassina bandido ou coisa do tipo. Vejo muitos bandidos que não são gays alias, na TV os crimes mais horríveis geralmente são cometidos por homens "bravos"não era bem esta palavra mas não consigo definir agora mas acho que vocês me entendem. Isto esta virando uma bagunça só.
Podemos e devemos ter liberdade de expressão sim, mas também devemos ser punidos pelas ofensas que fazemos por usar nossa liberdade de expressão com ofensas inapropriadas. Sei que não tenho muito o que falar sobre isso, confesso que é um assunto difícil de ser abordado tanto no colégio quanto em casa fala-se muito pouco sobre isso.
A única coisa que falam aqui em casa é que cada um é livre desde que viva dignamente, não importa se é gay hetero negro branco índio japonês ou etc, o que importa é o respeito que temos pelo outro. E eu acho que é isso que tem que ser ensinado nos colégios, porque sinceramente não é o que vejo ultimamente .
Enquanto esta discussão inútil continuar sobre gay ou hétero, o que realmente importa que é o respeito pelo outro vai ficando cada vez mais distante, e o respeito significa aceitar as diferenças, posso não concordar mas tenho que respeitar é isso que as pessoas precisam entender , e é isso que precisa ser ensinado.
Ana Giulia
Mais Uma Vez Um Tal Deputado....
E hoje dia 24 de novembro li muitas coisas que me deixaram indignada, mas não vou falar sobre todas
porque são coisas que machucam(estou tentando tocar o barco).
Portanto vou falar apenas sobre um tal deputado Bolsonaro. Este senhor a alguns meses atrás já havia falado algo que repercutiu e muito mal sobre a mulher negra, mas ninguém fez nada de concreto, afinal no Brasil cada um fala o que quer e bem entende, é o famoso direito de expressão(embora eu acredite que não funcione da mesma forma para todos).
Mas eu acredito que respeito todos merecem, principalmente a presidenta que esta no mais alto cargo do país. Se um deputado fala com tamanho desrespeito em relação a nossa presidenta e ninguém faz nada, como podemos querer que la fora o Brasil continue e seja respeitado, se aqui cada um fala e ofende a primeira mulher presidente do país???
Falam tanto em violência contra a mulher, pois ao meu ponto de vista isto também foi um ato de violência e desrespeito de um homem contra uma mulher, pois não falam que violência não é só física, ela pode ser psicológica moral e outras???? Liberdade de expressão é uma coisa, agora desrespeito é outra.
Falei a alguns dias atrás que ao meu ver os partidos no Brasil podem divergir mas se respeitam, acho que tenho que retirar o que disse. Não concordar com alguém é uma coisa, agora querer mudar a opinião de todos na marra é outra.
Fiquei sabendo deste tal kite gay. E tenho onze anos, na verdade acho que seria estranho ver livros como falaram que era, mas sinceramente não vejo nada demais em ter aula com um professor gay ou professora, e também acho que seria interessante se o tema fosse abordado não entre crianças de até o quinto ano, mas do sétimo em diante .
Afinal pelo que vejo isto não faz de ninguém melhor ou pior, ser gay não muda o carater de ninguém ser gay não vai fazer da pessoa assassina bandido ou coisa do tipo. Vejo muitos bandidos que não são gays alias, na TV os crimes mais horríveis geralmente são cometidos por homens "bravos"não era bem esta palavra mas não consigo definir agora mas acho que vocês me entendem. Isto esta virando uma bagunça só.
Podemos e devemos ter liberdade de expressão sim, mas também devemos ser punidos pelas ofensas que fazemos por usar nossa liberdade de expressão com ofensas inapropriadas. Sei que não tenho muito o que falar sobre isso, confesso que é um assunto difícil de ser abordado tanto no colégio quanto em casa fala-se muito pouco sobre isso.
A única coisa que falam aqui em casa é que cada um é livre desde que viva dignamente, não importa se é gay hetero negro branco índio japonês ou etc, o que importa é o respeito que temos pelo outro. E eu acho que é isso que tem que ser ensinado nos colégios, porque sinceramente não é o que vejo ultimamente .
Enquanto esta discussão inútil continuar sobre gay ou hétero, o que realmente importa que é o respeito pelo outro vai ficando cada vez mais distante, e o respeito significa aceitar as diferenças, posso não concordar mas tenho que respeitar é isso que as pessoas precisam entender , e é isso que precisa ser ensinado.
Ana Giulia
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sexta-feira, 11 de novembro de 2011
Sind-UTE - MG: Aprovado Calendário de Mobilização em Defesa do Piso Nacional
Fonte: Blog do Euler
1) redução de jornada de trabalho durante três dias - entre os dias 16 e 18 de novembro. As aulas seriam de 35 minutos, o que garante o dia letivo, e o tempo restante seria utilizado no final da jornada da seguinte forma:
- no dia 16, que é dia de novo encontro da tripartite, reunião entre os educadores de cada escola, para discutir a nossa luta, as negociações e as ações da categoria em defesa do piso e da carreira - neste caso os alunos sairiam da escola um pouco mais cedo;
- no dia 17, reunião com os pais de alunos e estudantes, além dos educadores, para discutir a realidade das negociações e as formas de apoio à nossa luta; e
- no dia 18, assembleias regionais, organizadas pelas subsedes do sindicato em cada região;
2) paralisação com assembleia geral no dia 22, possível data de votação do projeto de lei do governo na ALMG. Será o momento de realizarmos grande mobilização em defesa do piso e da carreira e contra a tentativa do governo de roubar nossos direitos;
3) boicote ao SIMAVE, como forma de protestar contra o governo, que não paga o piso, quer destruir a carreira dos educadores e não paga sequer o prêmio de produtividade.
1) redução de jornada de trabalho durante três dias - entre os dias 16 e 18 de novembro. As aulas seriam de 35 minutos, o que garante o dia letivo, e o tempo restante seria utilizado no final da jornada da seguinte forma:
- no dia 16, que é dia de novo encontro da tripartite, reunião entre os educadores de cada escola, para discutir a nossa luta, as negociações e as ações da categoria em defesa do piso e da carreira - neste caso os alunos sairiam da escola um pouco mais cedo;
- no dia 17, reunião com os pais de alunos e estudantes, além dos educadores, para discutir a realidade das negociações e as formas de apoio à nossa luta; e
- no dia 18, assembleias regionais, organizadas pelas subsedes do sindicato em cada região;
2) paralisação com assembleia geral no dia 22, possível data de votação do projeto de lei do governo na ALMG. Será o momento de realizarmos grande mobilização em defesa do piso e da carreira e contra a tentativa do governo de roubar nossos direitos;
3) boicote ao SIMAVE, como forma de protestar contra o governo, que não paga o piso, quer destruir a carreira dos educadores e não paga sequer o prêmio de produtividade.
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segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Simulação Prova que subsídio é Prejuízo para os Professores
Fonte: Blog Do Euler Conrado
Inspirado na iniciativa do governo, que resolveu colocar um simulador no site da SEE, para que as pessoas vejam como ficará a situação delas em 2012, com o subsídio, decidimos simular alguns casos baseados na realidade dos educadores mineiros.
Antes, contudo, chama-nos a atenção um dado levantado aqui por um visitante: o projeto de lei do governo - de reformas no subsídio - nem foi votado e ele já oferece um simulador como se a lei já estivesse em vigor, tamanho o respeito que este governo tem pelo legislativo mineiro.
E aqui acrescentamos mais um dado: enquanto simula em torno de uma lei que ainda não existe, o governo mineiro se recusa a fazer o mesmo com uma lei federal que existe desde 2008 - a lei do piso - em cima de outra lei criada pelo próprio governo - a do plano de carreira em vigor.
Mas, como estamos em Minas Gerais, ou seja, em outro território, nada acontecerá com o governo, pois por aqui não existe Ministério Público, nem legislativo, nem judiciário, nem imprensa livre, etc. Vivemos num lugar não identificado, com um faraó como rei e seu afilhado enquanto gestor-mor do território, auxiliado por duas assessoras.
Mas, façamos então a simulação que mencionamos.
Para isso, vamos trabalhar com cinco exemplos, com diferentes tempos de carreira - 1, 6, 11, 20 e 25 anos de casa - e graus de formação - nível III e IV (superior e especialização). Penso que essa amostragem deve representar um grande percentual da nossa categoria. E como vou esclarecer o método e os percentuais da nossa simulação, será possível que cada professor faça a sua simulação particular.
Comecemos a nossa análise pelos professores mais antigos.
a) Exemplo 1 - Um professor com 25 anos de casa, 10 biênios, cinco quinquênios, que tenha especialização, mais pó de giz, muito provavelmente estará, no antigo regime remuneratório, como PEBIVD. No subsídio, em abril de 2012, na melhor das hipóteses, ele ele estará como PEBIIH. Vejamos o que isso representa nos dois sistemas remuneratórios para um cargo de 24 horas:
- No subsídio, o referido professor receberá como parcela única de salário, em abril de 2012 - portanto já inclusos os 5% de reajuste + dois graus -, para um professor PEBIIH, a soma de R$ 1.812,27.
- No sistema de VB, considerando o piso proporcional do MEC (o mais conservador), aplicado ao plano de carreira, este mesmo professor receberá, em janeiro de 2012, enquanto PEBIVD + 22% de reajuste pelo custo aluno ano + gratificações citadas acima, que totalizam 120%, a soma total de R$ 3.792,80.
- Diferença mensal entre os dois sistemas: R$ 1.980,53 em favor do sistema de vencimento básico (VB). Ou R$ 26.400,00 anualmente, para um cargo apenas. Quem tiver dois cargos na mesma condição, são R$ 52.800,00 por ano, que o governo de Minas estará confiscando deste colega, caso não ocorra o pagamento do piso.
São 25 anos de trabalho dedicados pelo colega em questão, e a retribuição do estado pelo serviço que ele prestou será este roubo do que lhe é devido, em favor de outras prioridades: reajuste salarial para deputados, governador, secretárias de estado, desembargadores, procurador da justiça; ou obras faraônicas como cidades administrativas e estádios de futebol; ou pagamento de eternas dívidas interna e externa para banqueiros (a dívida com educadores eles nunca pagam); ou farta publicidade para comprar a mídia; ou um pouco de tudo isso.
b) Exemplo 2 - Um professor com 20 anos de casa, quatro quinquênios, 10 biênios, especialização, pó de giz, posicionado enquanto PEBIVB.
- No subsídio, este colega receberá, em abril de 2012, na melhor das hipóteses, enquanto PEBIIC (já inclusos reajuste de 5% + 2 letrinhas) R$ 1.601,78.
- No sistema de VB, este mesmo professor terá direito, em janeiro de 2012 (básico de 1.293,20 + 22% de reajuste pelo custo aluno ano + 3% pela grau B + 110% pelas gratificações sobre a soma anterior, que constitui o básico) = R$ 3.412,57.
- Diferença salarial mensal entre os dois sistemas: R$ 1.810,79 em favor do sistema de VB. Diferença anual: R$ 24.137,83. Se o colega tiver dois cargos na mesma situação, a diferença será de R$ 48.275,66.
c) Exemplo 3 - um professor com 11 anos de casa, 2 quinquênios, 5 biênios, pó de giz, curso superior, PEBIIIE.
- No subsídio: em abril de 2012, na melhor das hipóteses, enquanto PEBIC, ele receberá R$ 1.456,17.
- No sistema de VB: em janeiro de 2012 (VB de R$ 1.060,00 + 22% de reajuste custo A/A + letra E + 65% pelas gratificações citadas) = R$ 2.401,58.
- Diferença mensal entre os dois sistemas: R$ 945,41 em favor do sistema de VB. Diferença anual: R$ 12.602,31. Quem sabe as secretárias e subsecretárias não se dispõem a pagar essa diferença para vocês, colegas, já que elas andam dizendo por aí que o sistema de subsídio é mais vantajoso?
d) Exemplo 4 - um professor com 6 anos de casa, sem quinquênios e biênios (embora o sindicato tenha dito que o biênio prevalece para todos. Vamos acionar o jurídico para garantir este direito), apenas com pó de giz e posicionado enquanto PEBIIIC no antigo sistema remuneratório.
- No subsídio: em abril de 2012, com reajuste de 5% e novo posicionamento, terá ele direito a receber, enquanto PEBIC, R$ 1.456,17.
- No sistema de VB: em janeiro de 2012 (VB de R$ 1.060,00 + 22% de reajuste custo A/A + letra C + 20% de pó de giz) = R$ 1.646,34.
- Diferença mensal: R$ 190,17 em favor do sistema de VB. Diferença anual: R$ 2.534,96. Se o colega tiver dois cargos, a diferença será de R$ 5.069,92.
e) Exemplo 5 - um professor com 1 ano de carreira, curso superior, apenas o pó de giz, posicionado enquanto PEBIIIA no sistema de VB.
- No subsídio: em abril de 2012, enquanto PEBIA, ele receberá R$ 1.386,00.
- No sistema de VB: em janeiro de 2012, enquanto PEBIIIA (VB de R$ 1.060,00 + 22% de reajuste custo A/A + 20% de pó de giz) = R$ 1.551.84
- Diferença mensal: R$ 165,84 em favor do sistema de VB. Diferença anual: R$ 2.210,00. Se o colega tiver dois cargos na mesma condição, essa diferença será de R$ 4.420,00 - dinheiro este confiscado pelo governo mineiro para outros fins.
Em suma, é esta a diferença entre os dois sistemas, ficando evidenciado que o antigo sistema, de vencimento básico, ligado à Lei do Piso, é muito superior ao subsídio do governo. E é uma pena que essas informações não tenham chegado ao conhecimento de todos os educadores, na ativa e aposentados, pois eles veriam o quanto o governo tenta nos enganar com esse discurso de que o subsídio é mais transparente, mais vantajoso, remunera até mais do que o piso, etc. Pura falácia; uma verdadeira propaganda enganosa.
Mas, além dos valores que mencionei acima, em torno de casos concretos, há ainda outras diferenças em favor do sistema de vencimento básico, como:
a) o percentual de promoção (mudança de nível, a cada cinco anos) é de 22% no sistema de VB, contra apenas 10% no subsídio;
b) o percentual de progressão (mudança de grau ou letra, a cada dois anos) é de 3% no sistema de VB, contra apenas 2,5% no subsídio;
3) o reajuste anual previsto na Lei do Piso aplica-se integralmente ao sistema de VB, não dependendo do governo estadual; já no subsídio, por se tratar de soma total de remuneração, pode ficar vários anos sem alcançar o valor proporcional do piso, mantendo o salário congelado;
4) o subsídio incorporou e acabou com todas as gratificações e vantagens na carreira; no sistema de VB, o educador continua recebendo todas as gratificações e vantagens, inclusive por pós-graduação (10% por especialização, 30% por mestrado e 50% por doutorado) até atingir o nível acima a que faça jus.
Com base nessas informações, é possível saber porque motivo o governo insiste tanto em não pagar o piso, que é lei federal, e tenta nos empurrar de toda forma o subsídio, que representa um gigantesco confisco salarial para todos os educadores. Como eu havia dito em outro post, são duas cidades administrativas por ano que o governo mineiro confisca do nosso bolso ao não pagar o piso estabelecido por lei.
Então, pergunto-lhes: vale a pena continuar lutando pelos nossos direitos, ou vocês preferem voltar para a sala de aula aceitando o que o governo quer nos impor?
Apresentem essas realidades para os colegas que estão em sala de aula. Quem sabe eles não se dispõem a rever a postura reduzida que vêm assumindo, trocando a carreira, o piso, as conquistas a que têm direito, pelo minguado salário do mês, e o moral lá no chão.
Não podemos abrir mão dos nossos direitos.
Um forte abraço, força na luta e até a vitória!
Antes, contudo, chama-nos a atenção um dado levantado aqui por um visitante: o projeto de lei do governo - de reformas no subsídio - nem foi votado e ele já oferece um simulador como se a lei já estivesse em vigor, tamanho o respeito que este governo tem pelo legislativo mineiro.
E aqui acrescentamos mais um dado: enquanto simula em torno de uma lei que ainda não existe, o governo mineiro se recusa a fazer o mesmo com uma lei federal que existe desde 2008 - a lei do piso - em cima de outra lei criada pelo próprio governo - a do plano de carreira em vigor.
Mas, como estamos em Minas Gerais, ou seja, em outro território, nada acontecerá com o governo, pois por aqui não existe Ministério Público, nem legislativo, nem judiciário, nem imprensa livre, etc. Vivemos num lugar não identificado, com um faraó como rei e seu afilhado enquanto gestor-mor do território, auxiliado por duas assessoras.
Mas, façamos então a simulação que mencionamos.
Para isso, vamos trabalhar com cinco exemplos, com diferentes tempos de carreira - 1, 6, 11, 20 e 25 anos de casa - e graus de formação - nível III e IV (superior e especialização). Penso que essa amostragem deve representar um grande percentual da nossa categoria. E como vou esclarecer o método e os percentuais da nossa simulação, será possível que cada professor faça a sua simulação particular.
Comecemos a nossa análise pelos professores mais antigos.
a) Exemplo 1 - Um professor com 25 anos de casa, 10 biênios, cinco quinquênios, que tenha especialização, mais pó de giz, muito provavelmente estará, no antigo regime remuneratório, como PEBIVD. No subsídio, em abril de 2012, na melhor das hipóteses, ele ele estará como PEBIIH. Vejamos o que isso representa nos dois sistemas remuneratórios para um cargo de 24 horas:
- No subsídio, o referido professor receberá como parcela única de salário, em abril de 2012 - portanto já inclusos os 5% de reajuste + dois graus -, para um professor PEBIIH, a soma de R$ 1.812,27.
- No sistema de VB, considerando o piso proporcional do MEC (o mais conservador), aplicado ao plano de carreira, este mesmo professor receberá, em janeiro de 2012, enquanto PEBIVD + 22% de reajuste pelo custo aluno ano + gratificações citadas acima, que totalizam 120%, a soma total de R$ 3.792,80.
- Diferença mensal entre os dois sistemas: R$ 1.980,53 em favor do sistema de vencimento básico (VB). Ou R$ 26.400,00 anualmente, para um cargo apenas. Quem tiver dois cargos na mesma condição, são R$ 52.800,00 por ano, que o governo de Minas estará confiscando deste colega, caso não ocorra o pagamento do piso.
São 25 anos de trabalho dedicados pelo colega em questão, e a retribuição do estado pelo serviço que ele prestou será este roubo do que lhe é devido, em favor de outras prioridades: reajuste salarial para deputados, governador, secretárias de estado, desembargadores, procurador da justiça; ou obras faraônicas como cidades administrativas e estádios de futebol; ou pagamento de eternas dívidas interna e externa para banqueiros (a dívida com educadores eles nunca pagam); ou farta publicidade para comprar a mídia; ou um pouco de tudo isso.
b) Exemplo 2 - Um professor com 20 anos de casa, quatro quinquênios, 10 biênios, especialização, pó de giz, posicionado enquanto PEBIVB.
- No subsídio, este colega receberá, em abril de 2012, na melhor das hipóteses, enquanto PEBIIC (já inclusos reajuste de 5% + 2 letrinhas) R$ 1.601,78.
- No sistema de VB, este mesmo professor terá direito, em janeiro de 2012 (básico de 1.293,20 + 22% de reajuste pelo custo aluno ano + 3% pela grau B + 110% pelas gratificações sobre a soma anterior, que constitui o básico) = R$ 3.412,57.
- Diferença salarial mensal entre os dois sistemas: R$ 1.810,79 em favor do sistema de VB. Diferença anual: R$ 24.137,83. Se o colega tiver dois cargos na mesma situação, a diferença será de R$ 48.275,66.
c) Exemplo 3 - um professor com 11 anos de casa, 2 quinquênios, 5 biênios, pó de giz, curso superior, PEBIIIE.
- No subsídio: em abril de 2012, na melhor das hipóteses, enquanto PEBIC, ele receberá R$ 1.456,17.
- No sistema de VB: em janeiro de 2012 (VB de R$ 1.060,00 + 22% de reajuste custo A/A + letra E + 65% pelas gratificações citadas) = R$ 2.401,58.
- Diferença mensal entre os dois sistemas: R$ 945,41 em favor do sistema de VB. Diferença anual: R$ 12.602,31. Quem sabe as secretárias e subsecretárias não se dispõem a pagar essa diferença para vocês, colegas, já que elas andam dizendo por aí que o sistema de subsídio é mais vantajoso?
d) Exemplo 4 - um professor com 6 anos de casa, sem quinquênios e biênios (embora o sindicato tenha dito que o biênio prevalece para todos. Vamos acionar o jurídico para garantir este direito), apenas com pó de giz e posicionado enquanto PEBIIIC no antigo sistema remuneratório.
- No subsídio: em abril de 2012, com reajuste de 5% e novo posicionamento, terá ele direito a receber, enquanto PEBIC, R$ 1.456,17.
- No sistema de VB: em janeiro de 2012 (VB de R$ 1.060,00 + 22% de reajuste custo A/A + letra C + 20% de pó de giz) = R$ 1.646,34.
- Diferença mensal: R$ 190,17 em favor do sistema de VB. Diferença anual: R$ 2.534,96. Se o colega tiver dois cargos, a diferença será de R$ 5.069,92.
e) Exemplo 5 - um professor com 1 ano de carreira, curso superior, apenas o pó de giz, posicionado enquanto PEBIIIA no sistema de VB.
- No subsídio: em abril de 2012, enquanto PEBIA, ele receberá R$ 1.386,00.
- No sistema de VB: em janeiro de 2012, enquanto PEBIIIA (VB de R$ 1.060,00 + 22% de reajuste custo A/A + 20% de pó de giz) = R$ 1.551.84
- Diferença mensal: R$ 165,84 em favor do sistema de VB. Diferença anual: R$ 2.210,00. Se o colega tiver dois cargos na mesma condição, essa diferença será de R$ 4.420,00 - dinheiro este confiscado pelo governo mineiro para outros fins.
Em suma, é esta a diferença entre os dois sistemas, ficando evidenciado que o antigo sistema, de vencimento básico, ligado à Lei do Piso, é muito superior ao subsídio do governo. E é uma pena que essas informações não tenham chegado ao conhecimento de todos os educadores, na ativa e aposentados, pois eles veriam o quanto o governo tenta nos enganar com esse discurso de que o subsídio é mais transparente, mais vantajoso, remunera até mais do que o piso, etc. Pura falácia; uma verdadeira propaganda enganosa.
Mas, além dos valores que mencionei acima, em torno de casos concretos, há ainda outras diferenças em favor do sistema de vencimento básico, como:
a) o percentual de promoção (mudança de nível, a cada cinco anos) é de 22% no sistema de VB, contra apenas 10% no subsídio;
b) o percentual de progressão (mudança de grau ou letra, a cada dois anos) é de 3% no sistema de VB, contra apenas 2,5% no subsídio;
3) o reajuste anual previsto na Lei do Piso aplica-se integralmente ao sistema de VB, não dependendo do governo estadual; já no subsídio, por se tratar de soma total de remuneração, pode ficar vários anos sem alcançar o valor proporcional do piso, mantendo o salário congelado;
4) o subsídio incorporou e acabou com todas as gratificações e vantagens na carreira; no sistema de VB, o educador continua recebendo todas as gratificações e vantagens, inclusive por pós-graduação (10% por especialização, 30% por mestrado e 50% por doutorado) até atingir o nível acima a que faça jus.
Com base nessas informações, é possível saber porque motivo o governo insiste tanto em não pagar o piso, que é lei federal, e tenta nos empurrar de toda forma o subsídio, que representa um gigantesco confisco salarial para todos os educadores. Como eu havia dito em outro post, são duas cidades administrativas por ano que o governo mineiro confisca do nosso bolso ao não pagar o piso estabelecido por lei.
Então, pergunto-lhes: vale a pena continuar lutando pelos nossos direitos, ou vocês preferem voltar para a sala de aula aceitando o que o governo quer nos impor?
Apresentem essas realidades para os colegas que estão em sala de aula. Quem sabe eles não se dispõem a rever a postura reduzida que vêm assumindo, trocando a carreira, o piso, as conquistas a que têm direito, pelo minguado salário do mês, e o moral lá no chão.
Não podemos abrir mão dos nossos direitos.
Um forte abraço, força na luta e até a vitória!
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