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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

O Povo que ama o Brasil, precisa reagir ao Golpe


Os EUA veem perdendo espaço na economia mundial e em seus domínios e para recuperar é capaz de qualquer atrocidade. Paralelamente, a elite econômica de direita deste país também está perdendo espaço no poder e junto também a grande mídia Grupo globo, folha de São Paulo, estado de São Paulo, veja e também o mais corrupto dos poderes que é o judiciário mais o Ministério Público entre outros ...

Estão desesperados, pois, não conseguem enxergar uma saída democrática e honesta para voltar ao poder e todas estas forças se juntaram para criminalizar o PT, Dilma e Lula e com isso voltar ao poder.

Para se conseguir seu intento, não estão medindo as consequências. Se for preciso quebrar o país para conseguir o poder de volta e entregar o restante de nossas riquezas para o "império", o farão com certeza.

Os EUA estão por trás de vários movimentos de desestabilização do governo em todo o planeta, tudo para manter sua superioridade, enquanto isso, milhares de americanos estão vivendo na pobreza sem assistência à saúde, entre outros benefícios sociais.

Estão por trás da desestabilização do governo da Síria, Venezuela, Argentina e também no Brasil.

Dizem que a história sempre se repetem, aconteceu com Getúlio Vargas, João Goulart e agora querem interromper um ciclo de governos do PT que começou em 2002. Tudo porque mesmo sem fazer as reformas estruturais que o país precisa e mantendo ganhos até maiores para as elites, o PT conseguiu distribuir renda e elevar milhões à classe média e tirando também milhões da extrema pobreza. Mas, a elite é egoísta demais para aceitar que o pobre melhore sua vida fará tudo para que volte o que era antes.

Por isso, neste momento de tantos ataques das forças externas, da elite entreguista do país e da mídia golpista que defendem os interesses externos e não os do Brasil, o povo precisa reagir. Devemos realizar manifestações diante da embaixada Americana, do ministério público, do judiciário e da mídia golpista para mostrarmos a eles que não toleraremos atalhos para voltarem ao poder e nem a quebra do país para conseguirem seus interesses que não são os nossos, povo brasileiro.

Parafraseando Lula, nosso eterno presidente: "Nós queremos a paz e a democracia, mas se eles querem a guerra, nós também sabemos lutar".  


sábado, 11 de outubro de 2014

Meu Aviãozinho Querido ...


Aécio Never está tão ligado a Privataria Tucana que já não consegue mais separar o público do privado e contrói 5 aeroportos em cidades com menos de 25 mil habitantes que ficam próximas a suas fazendas. O mais famoso é o aeroporto de Cláudio que construiu e entregou as chaves para o Titio.

sábado, 27 de setembro de 2014

Por que Dilma ganhará as Eleições para a Presidência

Por que os grandes meios de comunicações, o governo norte-americano, a CIA, a NSA e as grandes companhias petrolíferas que estão de olho no Pre-sal e os entreguistas nativos não querem que ela ganhe.

E também por:


Quem viveu os anos Neoliberais de FHC se lembra muito bem de como os pobres e a classe média eram excluídos da sociedade. Quem vive atualmente em Minas Gerais sabe como a dupla Arrocho Neves e Anastasia sucateou o estado, os serviços públicos e arrochou os salários, principalmente, o dos Professores, inclusive, retirando direitos adquiridos e também amordaçou a imprensa vendida impedindo-a de noticiar fatos que prejudicasse a imagem de arrocho Neves.

Agora, apareceu uma nova personagem na política, Marina Silva, que quer ser mais realista que o rei, ou seja, tem um programa mais Neoliberal que FHC, e o mais perigoso é que um dia ela diz uma coisa outro diz outra. É uma indefinição muito perigosa, pois, está em jogo o futuro de milhões de brasileiros que conquistaram melhores condições de vida e querem mantê-las e também aqueles que ainda não conseguiram, mas que estão em processo de mudança. Por isso, não podemos dar um tiro no escuro e correr o risco que perder tudo que conquistamos.

Por isso, não podemos retroceder, o Brasil precisa continuar crescendo e avançando na distribuição de renda.

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Marina Silva dá uma de humorista e mostra seu preconceito contra pessoas acima do peso

Em encontro com jovens em Brasília, Marina Silva comparou Dilma com o inseto da Amazônia conhecido como mangangá e a si própria com o inseto Carapanã. Ela explicou o faz o mangangá e não disse o que faz o Carapanã. Carapanã é um inseto parasita que vive de sugar o sangue de outros animais, inclusive, do ser humano, será apenas coincidência?



quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Jovens dizem porque votam em Marina

Há poucos dias das eleições Marina Silva ainda é uma incógnita. A cada dia muda sua opinião. Se continuar assim, no dia da Eleição Marina não saberá a que está concorrendo e pior ainda quer que o povo a engula e depois ela verá o que fazer. Só há uma certeza: O Banco Itaú será o grande beneficiado por um possível governo de Marina.

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Marina Silva Censora? Marina entra com liminar e tira do ar site Muda Mais de apoio a Dilma

O jeito de coitadinha de Marina Silva esconde o que há de pior no ser humano. É aquele tipo de morde e assopra. Definitivamente, essa nova política pregada pelo embuste de Marina Silva não passa de maketing, pois, a realidade é totalmente diferente. Marina não aceita o contraditório, não aceita outra versão que não seja a dela. Isso nos faz lembrar de ditadores e também mostra um caráter indefinido, uma ora é coitadinha e, em outra é ditadora. Parece mais um desvio de conduta.


Veja matéria do vermelho:

Na última terça-feira (16), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) concedeu liminar para retirar do ar o site Muda Mais. Coordenado pelo jornalista Franklin Martins, a página virtual era usada para defender a reeleição da presidenta Dilma Rousseff e lá continha vários depoimentos de apoio à presidenta, em vídeos e áudios. A medida atendeu ao pedido da coligação da candidata à Presidência, Marina Silva. 


Já fora do ar, o Muda Mais anuncia no redirecionamento da página a medida do TSE e critica Marina Silva por tentar censurar o site. "Vamos proceder à defesa jurídica de todos os pontos que foram questionados, e não vamos deixar que as posturas antidemocráticas da candidatura de oposição nos calem. Marina precisa entender que na democracia ninguém fala sozinho. Tentar calar o Muda Mais é tentar calar o debate político", informa.

O presidente do Partido dos Trabalhadores e coordenador geral da campanha à reeleição de Dilma Rousseff, Rui Falcão criticou a tentativa de censura promovida pela oposição. “A tentativa de censura não vai impedir o debate eleitoral e que a promoção da democracia continue sendo feita”, afirmou Rui.

“Não temos censurado ninguém, temos debatido livremente. É um absurdo em uma sociedade democrática, depois de 12 anos da mais ampla liberdade de imprensa no País, uma candidata censurar a nossa campanha”, afirmou Rui Falcão, acrescentando que “continuaremos mantendo a linha de não atacar as pessoas, mesmo quando a gente é atacado. Vamos continuar discutindo propostas, criticando as que consideramos prejudiciais ao País. O que estamos fazendo é dissecar um programa que vai e volta”, completou.

O site Muda Mais divulgou nota sobre a decisão judicial que determina sua retirada do ar. Leia abaixo a íntegra:

Marina foge do debate e quer calar o Muda Mais

O Muda Mais acredita que o amplo debate de ideias, posicionamentos e propostas é crucial para a democracia. Acreditamos também que a internet é o meio mais democrático e criativo de fazer o debate politico eleitoral. É o canal de comunicação que quebrou o monólogo da grande mídia, permitindo a milhares de pessoas que expusessem suas vozes e opiniões, antes abafadas. E esse poder de comunicação digital deve ser usado com discernimento, respeito e compromisso com a verdade.

Por isso mesmo, o Muda Mais sempre teve o caráter de levar o debate para as redes, se baseando na honestidade dos fatos, em uma boa apuração e na checagem das informações que servem ao diálogo franco e aberto. Uma de nossas principais diretrizes é a disputa no campo político entre projetos de país, sem agressões pessoais ou infundadas a ninguém, ataques desrespeitosos ou mentiras. Nossa postura tem sido, inclusive, a de apontar boatos e artificialidades construídas - mesmo quando elas agem em benefício da nossa candidata.

Temos lado, e sempre deixamos isso claro: defendemos, baseados em informações verdadeiras, o projeto de país em que acreditamos, e apontamos as incongruências dos projetos de nossos adversários. Esse foi o tipo de debate que estabelecemos com Aécio, com Eduardo Campos e, agora, com Marina Silva.

Fomos pegos de surpresa com a postura de Marina Silva e sua tentativa de censura ao Muda Mais. Justamente da candidata que afirma ser representante da nova política, que fala em democratizar o debate público e que, assim como Dilma, tem na internet um importante espaço de participação. Foi, no entanto, justamente Marina Silva quem deu uma prova de que não quer o debate, ao entrar no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com um pedido para retirada do Muda Mais do ar.

Vamos proceder à defesa jurídica de todos os pontos que foram questionados, e não vamos deixar que posturas antidemocráticas nos calem. É importante que todos saibam, inclusive nossos adversários: não se cala a internet - a produção, o acesso a informações na web e seu caráter democrático . O Muda Mais carrega em si o espírito da rede. Não se cala a verdade, ela vai continuar circulando pela Internet, entre os militantes e entre aqueles que reconhecem a revolução social que o Brasil trilhou nos últimos 12 anos, sob os governos de Lula e Dilma.

Vamos continuar fazendo o contraponto na política. Marina precisa entender que na democracia ninguém fala sozinho. Tentar calar o Muda Mais é tentar calar o debate político.

Da redação,
Com agências

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Globo se Revolta porque Dilma não quis ir ao Jornal da Globo

A Globo tem partido e seu partido é o do "mercado". É uma TV que sempre representou os interesses dos mais ricos e dos países ocidentais imperialistas como EUA. Por isso, Dilma não quis participar do teatro armado pelo Jornal da Globo para fazer política em cima da Presidenta e tentar influir na campanha eleitoral defendendo os candidatos do mercado, Aécio e Marina do banco Itaú. Marina o programa mais neoliberal da história onde quem comanda é o mercado financeiro, causando desemprego em massa, acabar com os programas sociais para pode pagar os juros que o mercado financeiro reivindicar. O movimento de junho de 2013 está totalmente enganado com o messianismo da Marina e de seu discurso da nova política. O país não está em condições de ficar arriscando com candidatos que muda de ideia de acordo com os ventos. Não podemos dar um tiro no escuro. Vale mais um pássaro na mão que dois voando.

sexta-feira, 25 de julho de 2014

O 171 das gerais ainda quer ser Presidente

Será que alguém do funcionalismo público mineiro terá coragem de votar neste 171?


sexta-feira, 11 de abril de 2014

Dep. Rogério Correia denuncia descaso dos Governos do PSDB, Aécio Never e Anastasia com a Lei 100



Estamos num estado de sítio em relação às informações que são veiculadas na grande imprensa Brasileira e Mineira, pois, a única versão que se pode publicar é a que interessa aos governos tucanos, entre eles, Aécio e Anastasia que aprovaram a Lei 100, iludindo grande parte do professorado, mesmo sabendo que era uma lei inconstitucional, e agora abandona o barco quando ele começa a afundar.

É essa gente que pretende governar o país e criar o caos que criaram em Minas.




domingo, 30 de junho de 2013

TV Argentina debocha da globo e da grande mídia

VEJA COMO A GLOBO E A "GRANDE MÍDIA" MUDA DE OPINIÃO DE ACORDO COM OS SEUS INTERESSES E E OS INTERESSES DA DIREITA E DO CAPITAL INTERNACIONAL.


sábado, 2 de fevereiro de 2013

José Dirceu denuncia O "Mentirão" da AP 470 em que foi condenado pela Glogo e ratificado pelo STF.

A Ação Penal 470 julgada pela Globo e ratificada pela maioria do STF foi declaradamaente um julgamento de exceção, um julgamento político para tentar destruir o PT que ousou combater os privilégios, mesmo que timidamente, dos donos do Poder Econômico.

Há urgência que denunciemos essa prática insultosa ao povo brasileiro. Ministros do STF que deveria zelar pela Constituição Federal, sentam em cima dela para cumprir a missão dada pela Casa Grande.

Não podemos nos calar diante de tamanha injustiça.






quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Aécio Never além de Ser Contra a Queda nos Preços de Energia, Agora Cemig Aumentará em Abril em mais de 11% suas Tarifas

Via Paulo Henrique Amorim

Publicado em 30/01/2013

Tucano aumenta conta de luz em MG

Tucanos foram à Justiça contra a redução da tarifa. São uns jenios !




Saiu no Estadão:

Aneel define alta média de 11,23% para consumidores da Cemig


Agência Estado

Publicação: 29/01/2013 14:38 Atualização: 29/01/2013 15:46
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta terça-feira a proposta de terceiro ciclo de revisão tarifária periódica para a Cemig, com aumento médio de 6,36%, sendo uma queda de 2,51% para indústrias e um aumento de 11,23% para residências. Os valores ainda passarão por consulta pública e, se aprovadas, as novas tarifas devem ser aplicadas a partir de 8 de abril. O reajuste vai diminuir o impacto da redução de 18,14% anunciada pelo governo federal como parte do pacote para diminuir o custo da energia elétrica.

A redução de 18,14% corresponde a uma revisão tarifária extraordinária promovida pelo órgão regulador nas empresas de distribuição. As revisões extraordinárias ocorrem quando há mudanças significativas nos custos dos componentes tarifários, para mais ou para menos, que precisam ser repassadas para os consumidores. A tarifa com redução de 18,14% ficará em vigor até o próximo dia 7 de abril, quando a Cemig passará pela revisão tarifária ordinária, igualmente prevista no contrato de concessão, e as novas tarifas serão publicadas.


Clique aqui para ver que os tucanos recorreram ao brindeiro Gurgel para punir a Dilma por causa do pronunciamento “nunca dantes a Dilma peitou a Globo.” Eles são uns jenios !

domingo, 13 de janeiro de 2013

Novo Jornal: "Comissão Trilateral" quer impor candidatura de Aécio Neves

A elite Internacional considera Aético Never como o melhor dos entreguistas e vendilhão da Pátria.


Brasileiros, reféns de uma mídia entreguista, assistem desinformados a ingerência internacional na imposição do acordo entre PT e PSDB
Marco Aurélio Carone
Nos últimos seis meses a população brasileira assiste a um grande espetáculo midiático patrocinado pelo capital internacional, cujos atores regiamente remunerados cumprem a risca o papel a eles atribuído. No palco, magistrados, parquets, políticos, jornalistas e intelectuais na defesa dos interesses dos grupos que servem.
Para aqueles que viveram o pré-64, um tormentoso Déjà vu.
A classe artística nacional que historicamente sempre esteve disposta a denunciar este tipo de articulação encontra-se refém de patrocínios que representam sua sobrevivência.
O único grupo político organizado detentor de poder capaz de resistir encontra-se dividido, uma parte envergonhada diante da opinião pública, devido à condenação de integrantes do partido pelo STF, a outra refém do acordo celebrado.
A militância do PT assustada, a todo o momento indaga o porquê do ex-presidente Lula estar apanhando publicamente sem reagir. Nos bastidores a explicação; No intuito de manter a governabilidade do governo Dilma. Porém, a verdadeira razão está no longínquo ano de 2006.
Cumprindo as regras do manual de sociologia, para realizar-se uma análise imparcial é fundamental consultar o passado para entender com nitidez o presente.
Em 2004, George H. W. Bush, pai de George W. Bush, em uma cerimônia na “Spencer House”, casa do Lorde Rothschild em Londres, saudou Aécio Neves como o futuro presidente do Brasil. Naquele momento Aécio ainda cumpria o segundo ano de seu primeiro mandato de governador de Minas Gerais.
Dois anos depois, em 2006, ao contrário do esperado, Aécio nada faria para ajudar o candidato à presidência pelo PSDB, Geraldo Alckmin.
Na época, diante da descrença da população desinformada e condicionada pela grande mídia, encontramos um editorial do jornalista Jorge Serão afirmando:
“A eleição presidencial brasileira não será decidida pelos 125 milhões 913 mil 479 eleitores aptos a comparecer às urnas no domingo. O resultado do pleito já foi resolvido, em acordos secretos, nos bastidores dos centros de poder mundial, por grupos que governam o mundo de verdade. O Centro Tricontinental (sediado na Bélgica), que representa a nobreza econômica européia, investe na reeleição de Lula, no Brasil, e aposta em candidatos ligados ao Foro de São Paulo, para governar os países da América Latina.
Em nome da divisão dos negócios globalizados, este pouco conhecido grupo fechou um acordo com o Diálogo Interamericano (do qual o tucano FHC é membro, e onde Lula da Silva é aceito) para que o governo do PT tivesse continuidade e não fosse "derrubado" ou "impedido" pela pretensa oposição tucana.
Outro grupo de poder ligado aos europeus, o CFR (Council on Foreign Relations dos EUA), mediou com o “Foro de São Paulo”, organismo fundado pelo PT, em 1990, que congrega as esquerdas do continente. No dia 18 de maio, em Nova York, depois de um prato de talharim e um cafezinho, os tucanos digeriram um acordo político-econômico de não-agressão entre o PSDB e o PT, caso se confirmasse à reeleição do presidente Lula. Comprovando que, Geraldo Alckmin entrara na disputa para perder. Sua chegada ao segundo turno foi um acidente eleitoral”.
Reeleito governador de Minas Gerais em 2006, Aécio Neves, contrariando seu próprio partido que pautava os assuntos a serem investigados pela CPI do Mensalão, saiu publicamente em defesa da “governabilidade” do governo do presidente Lula, como dito anteriormente, fora lançado à presidência, em Londres, no dia 17 de junho de 2004, durante um jantar com a nobreza econômica européia, do Centro Tricontinental e do Clube dos Bildelberg, no castelo dos banqueiros Rothschild.
Dirigentes do Banco Itaú que por imposições internacionais se uniram em novembro de 2008 ao grupo Moreira Sales, proprietários da CBMM que controla a exploração e venda de Niobio, presenciaram o encontro secreto entre os tucanos e os petistas. Tal pacto político-empresarial de intenções foi selado entre o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e o senador Aloízio Mercadante, nos Estados Unidos.
O tratado político informal foi sacramentado pelo senador Tasso Jereissati e pelo governador de Minas Gerais, Aécio Neves.  Mas o acordo foi desenhado pelo Centro Tricontinental e pelo Diálogo Interamericano. Os políticos brasileiros apenas obedecem aos “parceiros” dos quais são dependentes.
A contrapartida ao esquema de não-agressão dos tucanos no segundo governo Lula seria o apoio do governo federal a um mega-projeto de concessões e parcerias público-privadas em rodovias, que movimentou R$ 30 bilhões. Tal negócio foi montado pelo publicitário Paulo Henrique Cardoso, filho de FHC, que fechou uma parceria com um poderoso grupo de empreiteiros canadenses.
Em troca das “privatizações” nas estradas, os tucanos apoiariam a reforma da previdência que seria tocada por Luiz Gushiken, que vinha sendo elaborada desde o primeiro governo FHC. Em 2002, a empresa do petista (na época, Gushiken Associados, agora Global Previ) elaborou, para o Ministério da Previdência de FHC, o livro “Regime Próprio de Previdência dos Servidores: Como Implementar uma Visão Prática e Teórica”.
Os dois partidos, na questão previdenciária, defendem um modelo que favorece o grande capital. O modelo previsto utilizaria os bilhões da máquina arrecadadora da Previdência Social e os outros bilhões dos Fundos de Pensão de Estatais. Tudo montado por sindicalistas ligados à “Articulação Bancária” e que ocupou alto escalão do governo Lula, como Gushiken e Sérgio Rosa. Todos têm o aval tecnocrático dos petistas e da equipe que serviu aos oito anos de FHC no governo.
Patrocinados pelos banqueiros, que querem cuidar do lucrativo caixa da Previdência, eles fabricam manobras técnicas que criam à impressão de que a previdência é “deficitária”, quando não é.
Os gestores tucanos e os petistas que o sucederam trabalharam para provar que o governo não tem competência para gerenciar a Previdência, cujos gastos globais representam 8% do Produto Interno Bruto. Os dois lados patrocinam e defendem a “incompetência do Estado”, por eles induzida e fabricada artificialmente, como falsa evidência de que o governo não consegue inibir os sonegadores e nem cobrar o que devem os maiores devedores da Previdência.
O Tribunal de Contas da União calcula que a sonegação anualmente atinge 30% da presumível arrecadação previdenciária. Bate na casa de R$ 30 bilhões que deixam de ser arrecadados.
Para resolver tal problema, tucanos e petistas têm a fórmula mágica. Entregar o sistema para a gestão dos bancos, "mais competentes", e que também vão cuidar da nova modelagem dos Fundos de Pensão de Estatais que o governo atual não pode promover, em função da falta de condições políticas geradas pelos escândalos do mensalão. Petistas e tucanos defendem uma continuidade do regime de repartição (em que o trabalhador ativo paga a aposentadoria do inativo), que prevalece hoje.
Mas os grandes bancos estão de olho no sistema de capitalização (em que cada assalariado paga por sua própria aposentadoria no futuro). Apenas a transição do sistema atual para o novo modelo movimentaria o equivalente a três PIBs: R$ 3 trilhões e 300 bilhões de reais – segundo cálculos do Ipea (Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas do Ministério do Planejamento).
O ministério da Previdência estima uma movimentação um pouco menor, porém expressiva: R$ 2 trilhões e 750 bilhões de reais. Os banqueiros querem gerenciar o processo e lucrar cada vez mais. Mas quem vai pagar a conta é o cidadão que é vítima da atual derrama tributária, que nos obriga a trabalhar 145 dias do ano só para pagar impostos.
Especialistas temem que a transição do modelo de “Repartição” para o de “Capitalização” inviabilize as contas públicas do País, com a emissão gigantesca de novos títulos e a expansão da dívida pública decorrente deste processo. Os bancos – e seus ex-funcionários sindicalistas – vão sair ganhando na operação. E isso é o que importa para eles.
O triunvirato tucano e o senador petista Mercadante (que concorreu, para perder, ao governo de São Paulo) estiveram em Nova York, no dia 18 de maio de 2006, para participar da homenagem da Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos ao presidente da Vale do Rio Doce, Roger Agneli.
O acordo de negócios políticos foi sacramentado no luxuosíssimo Hotel Waldorf Astoria, onde ocorreu a mega-festa. O candidato tucano ao governo de São Paulo, José Serra - que também estava nos Estados Unidos (só que em tratamento médico) - não participou dessa negociação com Mercadante, seu adversário (combinado para perder) na corrida ao Palácio dos Bandeirantes. No entanto, certamente, Serra tomou conhecimento de tudo.
Todos os envolvidos na estória têm explicações oficiais para sua estada em Nova York. FHC e Tasso estavam lá para a homenagem a Agneli, da Vale. O governador mineiro estava lá para assinar contratos para empréstimos de US$ 330 milhões junto ao Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e Banco Mundial.
O então senador, hoje ministro, Mercadante participou de em evento do Banco Itaú, ao qual esteve presente também FHC. Ambos podem ser vistos em uma foto oficial na qual aparecem ao lado de Roberto Nishikawa, Alfredo Setúbal, Olavo Setúbal, Roberto Setúbal, Alexandre Tombini e Candido Bracher.
Em 2010, o candidato dos controladores seria Aécio Neves, o que só não ocorreu diante da intransigência de José Serra, que mantinha controle sobre o PSDB. A divisão ocorrida no partido acabou por viabilizar a eleição de Dilma, que teria sido escolhida para perder.
Com a vitória de Dilma, fruto de desentendimento do PSDB e da vontade popular expressada nas urnas, devido a alta aceitação e prestigio político de Lula, para o PT, o combinado estaria cumprido, a chance teria sido dada ao PSDB. Porém os representantes dos interesses internacionais não têm o mesmo entendimento.
Aécio Neves passou a ser visto como a solução dos problemas da Europa, Ásia e dos Estados Unidos, sedentos de commodities principalmente na área mineral.
Sua docilidade na entrega das jazidas mineiras, aliadas a comprovada eficiência na “negociação”, principalmente na área ambiental com o Ministério Público Mineiro, que possibilitou a não rejeição ou atraso na implantação e exploração mineral no Estado de Minas Gerais, nos últimos 10 anos passou a ser motivo de amplo e caloroso debate internacional.
Não por outro motivo que o Procurador Geral de Justiça de Minas Gerais, Alceu Torres, figura máxima do Ministério Público Mineiro, foi convidado a dar palestra nos Estados Unidos sobre o “modelo participativo e compartilhado” adotado em Minas Gerais nos licenciamentos ambientais, principalmente minerais.
Lula ensaia reagir, com o apoio da população procura arregimentar forças para viabilizar sua ação, diante dos pesados ataques da mídia, patrocinada pelos interesses econômicos internacionais. Enquanto isto, diante da simulada cruzada contra a corrupção, Aécio Neves é apresentado com a solução. Porém a realidade é outra, seu envolvimento nos escândalos, além de ser comprovado seu entreguismo e subserviência aos interesses internacionais, assusta principalmente àqueles que defendem a soberania nacional.
A família dos banqueiros Rothschild, que cumprem o papel de controladores dos negócios da nobreza econômica européia (e que tem um projeto de exercer a hegemonia sobre os Estados Unidos), tem um lema que define bem sua atuação junto aos governos dos países do Terceiro Mundo:
“Let me issue and control a nation's money, and I care not who writes its laws”.
Deixe-me emitir e controlar o dinheiro de uma nação, e eu não me importarei com quem escreve suas leis.
Na opinião de Novojornal é este jogo de interesses que a mídia tem a obrigação de levar ao conhecimento do leitor, para que ele conscientemente faça sua opção. Principalmente porque uma Nação tem que exercer com independência sua “autodeterminação”, não estando sujeita nem refém de acordos celebrados por uma elite comprovadamente perdulária e entreguista.
Ao contrário disto, o que vem ocorrendo na mídia é uma campanha maciça simulando a desconstrução de um modelo, como se o que irá substituí-lo será diferente.
Certamente que forças principalmente nacionalistas que não concordam com o que está ocorrendo já se articula.
É ai que está o perigo de repetirmos 1964.
Todo o narrado encontra-se no documentário: O Jogo Final. The Bilderberg Group (assista).
Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Professor e Editor-chefe, desde 2005, do Alerta Total.
Portal da Comissão Trilateral
Portal do Grupo Bildemberg
Portal do Centro Tricontinental

domingo, 16 de dezembro de 2012

Pe. José Antônio de Oliveira: O Outro Lado do Mensalão





O outro lado do mensalão   
  “Já que se há de escrever, que pelo menos não se esmaguem com palavras as entrelinhas”. Sabedoria poética da grande Clarice Lispector. A verdade está muito mais no ‘não-dito’; dizem os psicanalistas. E é a partir dessa constatação que quero falar a respeito desse tema tão complexo e tão em voga: a Ação Penal 470 ou, como ficou conhecida, o “mensalão”. O que está por trás de todo esse alarde? Será que estamos entendendo bem, ou somos uma inocente plateia de um grande circo armado no picadeiro do Brasil? O julgamento no STF dos envolvidos no “mensalão” tem muito mais coisas do que podemos imaginar. Milhões de brasileiros estão embarcando inocentemente numa canoa preparada por uma elite conservadora do País, que não aceita o povo no ‘Planalto’ por entender que o lugar deste é na planície. Não é à toa que, quando Lula foi eleito Presidente, alguém disse: “finalmente chegamos ao poder!”, ao que um experiente militante retrucou: “chegamos ao poder não, chegamos ao governo, pois o poder ainda continuará nas mãos de quem sempre o teve (os detentores do capital)”.

Nunca fui filiado ao PT e sei que há muitos corruptos também nesse partido. Torço para que todos, onde quer que se encontrem, sejam julgados e, comprovada sua culpa, punidos exemplarmente. Porém, defendo que a justiça seja para todos, sem distinção. E sei que isso não está acontecendo. Sob os holofotes da mídia, os ministros do STF bradam solenes: trata-se de um “assalto criminoso à administração pública”, “uma quadrilha de ladrões de beira de estrada”, um “bando criminoso”. Para muitos da imprensa, “Lula é o chefe da quadrilha”. O julgamento foi transformado num espetáculo midiático. Neste contexto, ao longo destes quase três meses de julgamento, alguns questionamentos nos vêm inevitavelmente. Primeiro: Por que a rapidez para que o julgamento saísse às vésperas das eleições? Segundo: por que o “mensalão” do PSDB, em Minas, que é anterior ao do PT, ainda não foi julgado? Terceiro: por que, em outros casos tão graves quanto a AP 470, o STF não agiu da mesma forma? Vários pensadores têm refletido sobre a ideologia que perpassa o processo do “mensalão”.

 Leonardo Boff, por exemplo, chama a atenção para a linguagem usada pelos ministros. Para ele fica claro que o grande objetivo é desmoralizar um governo popular, eleito democraticamente, e que melhorou consideravelmente a qualidade de vida do povo brasileiro. O Professor Fábio Konder Comparato, por sua vez, questiona por que os grandes empresários não sentam no banco dos réus. Em artigo sobre o “mensalão”, escrito para o Brasil de Fato, diz: “E os grandes empresários? Bem, estes parecem merecer especial desvelo por parte dos magistrados. Ainda recentemente, a condenação em primeira instância por vários crimes econômicos de um desses privilegiados, provocou o imediato afastamento do Chefe da Polícia Federal, e a concessão de habeas-corpus diretamente pelo presidente do Supremo Tribunal, saltando por cima de todas as instâncias intermediárias”. Recorda, ainda, que alguns Ministros do Supremo Tribunal Federal declararam que os crimes denunciados no “mensalão” são “gravíssimos”. Mas chamados a votar a revisão da lei da anistia, “não consideraram como dotados da mesma gravidade os crimes de terrorismo praticados pelos agentes da repressão: tortura de presos políticos, muitas vezes até à morte, execução sumária de opositores ao regime, com o esquartejamento e a ocultação dos cadáveres”.

Para Ramatis Jacinto, professor da USP, a questão passa pelo fato de Lula ter sido presidente e ter realizado muitas mudanças no país. Ele lembra que as elites não irão jamais “digerir” o fenômeno Lula. É necessário “desconstruir um governo e um ex-presidente que os incomoda profundamente”. Um governo que conseguiu “elaborar o maior programa de transferência de renda do mundo, construir mais de um milhão de moradias populares, criar 15 milhões de empregos, quase triplicar o salário mínimo e incluir no mercado de consumo 40 milhões de pessoas”. Ao elevar o salário mínimo a mais de 300 dólares e implementar políticas de inclusão social, Lula possibilitou a muita gente ter sua casa própria, comprar seu carro, ir ao salão de beleza, passear nas férias!… Claro que há ainda muita coisa a melhorar, a corrigir, a conquistar. Mas como negar tantos avanços?! O Brasil passou a ser respeitado lá fora a ponto de seu presidente ser mais esperado no Fórum Mundial, na Suíça, do que o norte-americano, que o chamou de “o cara”. Quem poderia imaginar algo assim? Muitos reclamam que os projetos sociais são assistencialistas. E alguns são mesmo. Porém, nunca se incentivou tanto a participação cidadã, por meio de cooperativas e associações; conferências e Conselhos. Dizem que estão deixando o povo acomodado com o ‘bolsa-família’. Mas não reclamam dos milhões distribuídos a banqueiros e empresários ‘falidos’.

 A valorização da mulher é outra marca do governo Lula cujo sinal mais evidente é a própria Dilma, eleita a primeira mulher presidente do Brasil. Numa sociedade machista e preconceituosa, ela precisou de Lula para chegar lá. Mas, logo depois, mostrou a que veio e que não precisava de padrinho, de sombra. Assumiu soberanamente seu cargo e conta com uma aprovação maior do que a de seu antecessor. Os negros também foram mais reconhecidos. O próprio Joaquim Barbosa confirma isso ao se tornar o primeiro ministro negro do STF, nomeado por Lula. Apesar do seu “extraordinário currículo profissional e acadêmico, da sua carreira e bela história de superação pessoal, afirma Ramatis Jacino, jamais teria se tornado ministro se o Brasil não tivesse eleito, em 2003, um Presidente da República convicto de que a composição da Suprema Corte precisaria representar a mistura étnica do povo brasileiro”.

 A despeito disso, continua Ramatis, o ministro Barbosa, “cumpre exatamente o roteiro escrito pela grande mídia ao optar por condenar não uma prática criminosa, mas um partido e um governo em um julgamento escandalosamente político… Por causa ‘desses serviços prestados’ é alçado aos céus pela mesma mídia que, faz uma década, milita contra todas as iniciativas promotoras da inclusão social”. É, desta forma, “transformado pela mídia em um semideus, que ‘brandindo o cajado da lei, pune os poderosos’”. Ramatis, no entanto, alerta: muitos que já o lançam, sobretudo nas redes sociais, como primeiro presidente da República negro, podem estar sendo ingênuos e apressados. O seu prestígio dura o tempo que as elites o considerarem a elas favorável e útil, o mais indicado para desmoralizar um governo popular.

Ao que parece, o povo está conseguindo fazer uma leitura de tudo isso. Percebe a distância entre o discurso do STF e da grande mídia e o que está experimentando na prática. O resultado das eleições sinaliza nessa direção. Mas é sempre bom estar de olhos abertos para não engolir tudo o que nos vem de cima. Os detentores do poder têm muita facilidade para nos fazer seus garotos-propaganda, aplaudindo os que nos exploram e rejeitando os parceiros. Há sempre o outro lado da moeda…”
                                                                                               Pe. José Antonio de Oliveira
Fonte: www.arqmariana.com.br-