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quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Aécio Never além de Ser Contra a Queda nos Preços de Energia, Agora Cemig Aumentará em Abril em mais de 11% suas Tarifas

Via Paulo Henrique Amorim

Publicado em 30/01/2013

Tucano aumenta conta de luz em MG

Tucanos foram à Justiça contra a redução da tarifa. São uns jenios !




Saiu no Estadão:

Aneel define alta média de 11,23% para consumidores da Cemig


Agência Estado

Publicação: 29/01/2013 14:38 Atualização: 29/01/2013 15:46
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta terça-feira a proposta de terceiro ciclo de revisão tarifária periódica para a Cemig, com aumento médio de 6,36%, sendo uma queda de 2,51% para indústrias e um aumento de 11,23% para residências. Os valores ainda passarão por consulta pública e, se aprovadas, as novas tarifas devem ser aplicadas a partir de 8 de abril. O reajuste vai diminuir o impacto da redução de 18,14% anunciada pelo governo federal como parte do pacote para diminuir o custo da energia elétrica.

A redução de 18,14% corresponde a uma revisão tarifária extraordinária promovida pelo órgão regulador nas empresas de distribuição. As revisões extraordinárias ocorrem quando há mudanças significativas nos custos dos componentes tarifários, para mais ou para menos, que precisam ser repassadas para os consumidores. A tarifa com redução de 18,14% ficará em vigor até o próximo dia 7 de abril, quando a Cemig passará pela revisão tarifária ordinária, igualmente prevista no contrato de concessão, e as novas tarifas serão publicadas.


Clique aqui para ver que os tucanos recorreram ao brindeiro Gurgel para punir a Dilma por causa do pronunciamento “nunca dantes a Dilma peitou a Globo.” Eles são uns jenios !

domingo, 13 de janeiro de 2013

Novo Jornal: "Comissão Trilateral" quer impor candidatura de Aécio Neves

A elite Internacional considera Aético Never como o melhor dos entreguistas e vendilhão da Pátria.


Brasileiros, reféns de uma mídia entreguista, assistem desinformados a ingerência internacional na imposição do acordo entre PT e PSDB
Marco Aurélio Carone
Nos últimos seis meses a população brasileira assiste a um grande espetáculo midiático patrocinado pelo capital internacional, cujos atores regiamente remunerados cumprem a risca o papel a eles atribuído. No palco, magistrados, parquets, políticos, jornalistas e intelectuais na defesa dos interesses dos grupos que servem.
Para aqueles que viveram o pré-64, um tormentoso Déjà vu.
A classe artística nacional que historicamente sempre esteve disposta a denunciar este tipo de articulação encontra-se refém de patrocínios que representam sua sobrevivência.
O único grupo político organizado detentor de poder capaz de resistir encontra-se dividido, uma parte envergonhada diante da opinião pública, devido à condenação de integrantes do partido pelo STF, a outra refém do acordo celebrado.
A militância do PT assustada, a todo o momento indaga o porquê do ex-presidente Lula estar apanhando publicamente sem reagir. Nos bastidores a explicação; No intuito de manter a governabilidade do governo Dilma. Porém, a verdadeira razão está no longínquo ano de 2006.
Cumprindo as regras do manual de sociologia, para realizar-se uma análise imparcial é fundamental consultar o passado para entender com nitidez o presente.
Em 2004, George H. W. Bush, pai de George W. Bush, em uma cerimônia na “Spencer House”, casa do Lorde Rothschild em Londres, saudou Aécio Neves como o futuro presidente do Brasil. Naquele momento Aécio ainda cumpria o segundo ano de seu primeiro mandato de governador de Minas Gerais.
Dois anos depois, em 2006, ao contrário do esperado, Aécio nada faria para ajudar o candidato à presidência pelo PSDB, Geraldo Alckmin.
Na época, diante da descrença da população desinformada e condicionada pela grande mídia, encontramos um editorial do jornalista Jorge Serão afirmando:
“A eleição presidencial brasileira não será decidida pelos 125 milhões 913 mil 479 eleitores aptos a comparecer às urnas no domingo. O resultado do pleito já foi resolvido, em acordos secretos, nos bastidores dos centros de poder mundial, por grupos que governam o mundo de verdade. O Centro Tricontinental (sediado na Bélgica), que representa a nobreza econômica européia, investe na reeleição de Lula, no Brasil, e aposta em candidatos ligados ao Foro de São Paulo, para governar os países da América Latina.
Em nome da divisão dos negócios globalizados, este pouco conhecido grupo fechou um acordo com o Diálogo Interamericano (do qual o tucano FHC é membro, e onde Lula da Silva é aceito) para que o governo do PT tivesse continuidade e não fosse "derrubado" ou "impedido" pela pretensa oposição tucana.
Outro grupo de poder ligado aos europeus, o CFR (Council on Foreign Relations dos EUA), mediou com o “Foro de São Paulo”, organismo fundado pelo PT, em 1990, que congrega as esquerdas do continente. No dia 18 de maio, em Nova York, depois de um prato de talharim e um cafezinho, os tucanos digeriram um acordo político-econômico de não-agressão entre o PSDB e o PT, caso se confirmasse à reeleição do presidente Lula. Comprovando que, Geraldo Alckmin entrara na disputa para perder. Sua chegada ao segundo turno foi um acidente eleitoral”.
Reeleito governador de Minas Gerais em 2006, Aécio Neves, contrariando seu próprio partido que pautava os assuntos a serem investigados pela CPI do Mensalão, saiu publicamente em defesa da “governabilidade” do governo do presidente Lula, como dito anteriormente, fora lançado à presidência, em Londres, no dia 17 de junho de 2004, durante um jantar com a nobreza econômica européia, do Centro Tricontinental e do Clube dos Bildelberg, no castelo dos banqueiros Rothschild.
Dirigentes do Banco Itaú que por imposições internacionais se uniram em novembro de 2008 ao grupo Moreira Sales, proprietários da CBMM que controla a exploração e venda de Niobio, presenciaram o encontro secreto entre os tucanos e os petistas. Tal pacto político-empresarial de intenções foi selado entre o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e o senador Aloízio Mercadante, nos Estados Unidos.
O tratado político informal foi sacramentado pelo senador Tasso Jereissati e pelo governador de Minas Gerais, Aécio Neves.  Mas o acordo foi desenhado pelo Centro Tricontinental e pelo Diálogo Interamericano. Os políticos brasileiros apenas obedecem aos “parceiros” dos quais são dependentes.
A contrapartida ao esquema de não-agressão dos tucanos no segundo governo Lula seria o apoio do governo federal a um mega-projeto de concessões e parcerias público-privadas em rodovias, que movimentou R$ 30 bilhões. Tal negócio foi montado pelo publicitário Paulo Henrique Cardoso, filho de FHC, que fechou uma parceria com um poderoso grupo de empreiteiros canadenses.
Em troca das “privatizações” nas estradas, os tucanos apoiariam a reforma da previdência que seria tocada por Luiz Gushiken, que vinha sendo elaborada desde o primeiro governo FHC. Em 2002, a empresa do petista (na época, Gushiken Associados, agora Global Previ) elaborou, para o Ministério da Previdência de FHC, o livro “Regime Próprio de Previdência dos Servidores: Como Implementar uma Visão Prática e Teórica”.
Os dois partidos, na questão previdenciária, defendem um modelo que favorece o grande capital. O modelo previsto utilizaria os bilhões da máquina arrecadadora da Previdência Social e os outros bilhões dos Fundos de Pensão de Estatais. Tudo montado por sindicalistas ligados à “Articulação Bancária” e que ocupou alto escalão do governo Lula, como Gushiken e Sérgio Rosa. Todos têm o aval tecnocrático dos petistas e da equipe que serviu aos oito anos de FHC no governo.
Patrocinados pelos banqueiros, que querem cuidar do lucrativo caixa da Previdência, eles fabricam manobras técnicas que criam à impressão de que a previdência é “deficitária”, quando não é.
Os gestores tucanos e os petistas que o sucederam trabalharam para provar que o governo não tem competência para gerenciar a Previdência, cujos gastos globais representam 8% do Produto Interno Bruto. Os dois lados patrocinam e defendem a “incompetência do Estado”, por eles induzida e fabricada artificialmente, como falsa evidência de que o governo não consegue inibir os sonegadores e nem cobrar o que devem os maiores devedores da Previdência.
O Tribunal de Contas da União calcula que a sonegação anualmente atinge 30% da presumível arrecadação previdenciária. Bate na casa de R$ 30 bilhões que deixam de ser arrecadados.
Para resolver tal problema, tucanos e petistas têm a fórmula mágica. Entregar o sistema para a gestão dos bancos, "mais competentes", e que também vão cuidar da nova modelagem dos Fundos de Pensão de Estatais que o governo atual não pode promover, em função da falta de condições políticas geradas pelos escândalos do mensalão. Petistas e tucanos defendem uma continuidade do regime de repartição (em que o trabalhador ativo paga a aposentadoria do inativo), que prevalece hoje.
Mas os grandes bancos estão de olho no sistema de capitalização (em que cada assalariado paga por sua própria aposentadoria no futuro). Apenas a transição do sistema atual para o novo modelo movimentaria o equivalente a três PIBs: R$ 3 trilhões e 300 bilhões de reais – segundo cálculos do Ipea (Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas do Ministério do Planejamento).
O ministério da Previdência estima uma movimentação um pouco menor, porém expressiva: R$ 2 trilhões e 750 bilhões de reais. Os banqueiros querem gerenciar o processo e lucrar cada vez mais. Mas quem vai pagar a conta é o cidadão que é vítima da atual derrama tributária, que nos obriga a trabalhar 145 dias do ano só para pagar impostos.
Especialistas temem que a transição do modelo de “Repartição” para o de “Capitalização” inviabilize as contas públicas do País, com a emissão gigantesca de novos títulos e a expansão da dívida pública decorrente deste processo. Os bancos – e seus ex-funcionários sindicalistas – vão sair ganhando na operação. E isso é o que importa para eles.
O triunvirato tucano e o senador petista Mercadante (que concorreu, para perder, ao governo de São Paulo) estiveram em Nova York, no dia 18 de maio de 2006, para participar da homenagem da Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos ao presidente da Vale do Rio Doce, Roger Agneli.
O acordo de negócios políticos foi sacramentado no luxuosíssimo Hotel Waldorf Astoria, onde ocorreu a mega-festa. O candidato tucano ao governo de São Paulo, José Serra - que também estava nos Estados Unidos (só que em tratamento médico) - não participou dessa negociação com Mercadante, seu adversário (combinado para perder) na corrida ao Palácio dos Bandeirantes. No entanto, certamente, Serra tomou conhecimento de tudo.
Todos os envolvidos na estória têm explicações oficiais para sua estada em Nova York. FHC e Tasso estavam lá para a homenagem a Agneli, da Vale. O governador mineiro estava lá para assinar contratos para empréstimos de US$ 330 milhões junto ao Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e Banco Mundial.
O então senador, hoje ministro, Mercadante participou de em evento do Banco Itaú, ao qual esteve presente também FHC. Ambos podem ser vistos em uma foto oficial na qual aparecem ao lado de Roberto Nishikawa, Alfredo Setúbal, Olavo Setúbal, Roberto Setúbal, Alexandre Tombini e Candido Bracher.
Em 2010, o candidato dos controladores seria Aécio Neves, o que só não ocorreu diante da intransigência de José Serra, que mantinha controle sobre o PSDB. A divisão ocorrida no partido acabou por viabilizar a eleição de Dilma, que teria sido escolhida para perder.
Com a vitória de Dilma, fruto de desentendimento do PSDB e da vontade popular expressada nas urnas, devido a alta aceitação e prestigio político de Lula, para o PT, o combinado estaria cumprido, a chance teria sido dada ao PSDB. Porém os representantes dos interesses internacionais não têm o mesmo entendimento.
Aécio Neves passou a ser visto como a solução dos problemas da Europa, Ásia e dos Estados Unidos, sedentos de commodities principalmente na área mineral.
Sua docilidade na entrega das jazidas mineiras, aliadas a comprovada eficiência na “negociação”, principalmente na área ambiental com o Ministério Público Mineiro, que possibilitou a não rejeição ou atraso na implantação e exploração mineral no Estado de Minas Gerais, nos últimos 10 anos passou a ser motivo de amplo e caloroso debate internacional.
Não por outro motivo que o Procurador Geral de Justiça de Minas Gerais, Alceu Torres, figura máxima do Ministério Público Mineiro, foi convidado a dar palestra nos Estados Unidos sobre o “modelo participativo e compartilhado” adotado em Minas Gerais nos licenciamentos ambientais, principalmente minerais.
Lula ensaia reagir, com o apoio da população procura arregimentar forças para viabilizar sua ação, diante dos pesados ataques da mídia, patrocinada pelos interesses econômicos internacionais. Enquanto isto, diante da simulada cruzada contra a corrupção, Aécio Neves é apresentado com a solução. Porém a realidade é outra, seu envolvimento nos escândalos, além de ser comprovado seu entreguismo e subserviência aos interesses internacionais, assusta principalmente àqueles que defendem a soberania nacional.
A família dos banqueiros Rothschild, que cumprem o papel de controladores dos negócios da nobreza econômica européia (e que tem um projeto de exercer a hegemonia sobre os Estados Unidos), tem um lema que define bem sua atuação junto aos governos dos países do Terceiro Mundo:
“Let me issue and control a nation's money, and I care not who writes its laws”.
Deixe-me emitir e controlar o dinheiro de uma nação, e eu não me importarei com quem escreve suas leis.
Na opinião de Novojornal é este jogo de interesses que a mídia tem a obrigação de levar ao conhecimento do leitor, para que ele conscientemente faça sua opção. Principalmente porque uma Nação tem que exercer com independência sua “autodeterminação”, não estando sujeita nem refém de acordos celebrados por uma elite comprovadamente perdulária e entreguista.
Ao contrário disto, o que vem ocorrendo na mídia é uma campanha maciça simulando a desconstrução de um modelo, como se o que irá substituí-lo será diferente.
Certamente que forças principalmente nacionalistas que não concordam com o que está ocorrendo já se articula.
É ai que está o perigo de repetirmos 1964.
Todo o narrado encontra-se no documentário: O Jogo Final. The Bilderberg Group (assista).
Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Professor e Editor-chefe, desde 2005, do Alerta Total.
Portal da Comissão Trilateral
Portal do Grupo Bildemberg
Portal do Centro Tricontinental

domingo, 22 de abril de 2012

Minas Sem Censura: Uma Madrugada no Leblon

Da carteirada de Aécio ao escândalo Arco-Íris.



Este 17 de abril de 2012 registra o aniversário do rumoroso caso “Arco-Íris”, a rádio que Aécio ganhou de ACM em 1987 e que, estranhamente, foi usada para fins suspeitos. O fato se tornou público quando Aécio caiu na blitz do Leblon, de madrugada, com carteira vencida e com um automóvel de luxo que não lhe pertencia.

O Minas Sem Censura investigou e chegou a uma frota de veículos de luxo; coisa atípica para uma rádio. Depois vimos uma estranha triangulação de cotas da citada rádio, em 28 de dezembro de 2010, na qual Aécio Neves as recebia de sua mãe: suspeita de ocultação de patrimônio. Os carros de luxo entram na contabilidade da rádio, como patrimônio em constante depreciação; algo que faz diferença no pagamento de impostos, em termos de pessoa jurídica: sonegação fiscal? Finalmente, as verbas de publicidade oficial repassadas à rádio, por sua coproprietária Andréa Neves: improbidade administrativa.

Isso tudo está fartamente documentado, em representação ao dr. Roberto Gurgel, feita pelo Minas Sem Censura. O Procurador-Geral da República até agora não se pronunciou.

Veja também:        Escândalo Aécio - http://migre.me/8IfO1
                          Procuradoria Geral recebe denúncia do MSC -   http://migre.me/8Ifpq 
                          Arco-Íris e Aécio, um relacionamento por mais de duas décadas - http://migre.me/8IfEu

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Bye, bye, Aecinho Presidente


Clique a imgaem para ler a verdade sobre o "Choque de Gestão" e o "Déficit Zero" do Aécio.


quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Aécio Never: Destruidor da Educação Pública no Banco dos Réus por Corrupção


Fonte: Diário de Classe

Aécio Neves no banco dos réus. Senador eleito é acusado de desviar R$ 4,3 bilhões

A Promotoria de Justiça da Saúde entrou com uma ação civil pública por ato deimprobidade administrativa contra o ex-governador de Minas Gerais e senador eleito Aécio Neves e a ex-contadora geral do estado, Maria da Conceição Barros.Na ação é questionado o destino de R$ 3,5 bilhões que teriam sido declarados nalei orçamentária como dinheiro repassado à Companhia de Saneamento de MinasGerais (Copasa) para investimentos em obras de saneamento básico. De acordo com a promotora Joseli Ramos Pontes, o repasse do dinheiro não foi comprovado.

Sob a grave acusação de desvio de R$ 4,3 bilhões do orçamento do Estado de Minas Gerais e que deveriam ser aplicados na saúde pública, a administração Aécio Neves/Antônio Anastasia (PSDB) – respectivamente ex e atual governador mineiro – terá que explicar à Justiça Estadual qual o destino da bilionária quantia que supostamente teria sido investida em saneamento básico pela Copasa entre 2003 a 2009.

Devido à grandeza do rombo e às investigações realizadas pelo Ministério Público Estadual (MPE) desde 2007, por meio das Promotorias Especializadas de Defesa da Saúde e do Patrimônio Público, o escândalo saiu do silêncio imposto à mídia mineira e recentemente foi divulgado até por um jornal de âmbito nacional.

Se prevalecer na Justiça o conjunto de irregularidades constatadas pelo MPE na Ação Civil Pública que tramita na 5ª Vara da Fazenda Pública Estadual sob o número 0904382-53.2010 e a denúncia na ação individual contra os responsáveis pelo rombo contra a saúde pública, tanto o ex-governador Aécio Neves, quanto o candidato tucano Antônio Anastasia, o presidente da Copasa, Ricardo Simões, e a contadora geral do Estado poderão ser condenados por improbidade administrativa.

Dos R$ 4,3 bilhões desviados, R$ 3,3 bilhões constam da ação do MPE, que são recursos supostamente transferidos pelo governo estadual (maior acionista da Copasa) para investimento em saneamento básico, na rubrica saúde, conforme determina a lei, entre 2003 e 2008. Como a Justiça negou a liminar solicitada pela promotoria no ano passado, para que fossem interrompidas as supostas transferências, a sangria no orçamento do Estado não foi estancada.

De acordo com demonstrativos oficiais da Secretaria de Estado da Fazenda, somente em 2009 a Copasa recebeu mais de R$ 1,017 bilhões do governo Aécio/Anastasia para serem aplicados em ações e serviços públicos de saúde para cumprimento da Emenda Constitucional nº 29/2000, à qual os estados e municípios estão submetidos, devendo cumpri-la em suas mínimas determinações, como, por exemplo, a aplicação de 12% do orçamento em saúde pública (a partir de 2004), considerada a sua gratuidade e universalidade. Em 2003 a determinação era que se aplicasse o mínimo de10% da arrecadação.

Da mesma forma que não se sabe o destino dos R$ 3,3 bilhões questionados pelo MPE, também não se sabe onde foi parar esses R$ 1,017 supostamente transferidos para a Copasa em 2009.

O cerco do MPE às prestações de contas do governo estadual iniciou-se em 2007, quando os promotores Josely Ramos Ponte, Eduardo Nepomuceno de Sousa e João Medeiros Silva Neto ficaram alertas com os questionamentos e recomendações apresentadas nos relatórios técnicos da Comissão de Acompanhamento da Execução Orçamentária (CAEO), órgão do Tribunal de Contas do Estado (TCE), desde a primeira prestação de contas do governo Aécio. Chamou-lhes a atenção, também, o crescimento, ano a ano, a partir de 2003, das transferências de recursos à Copasa para aplicação em saneamento e esgotamento sanitário.

Os promotores Josely Ramos, Eduardo Nepomuceno e João Medeiros querem que a administração do governo de Minas e da Copasa, conduzida na gestão Aécio Neves/Anastasia, devolva ao Fundo Estadual de Saúde os R$ 3,3 bilhões que é objeto da Ação Civil Pública que tramita na 5ª Vara da Fazenda Pública Estadual e que segundo eles podem ter sido desviados da saúde pública.

No pedido de liminar na ação, os promotores já antecipavam e solicitavam à Justiça que “seja julgado procedente o pedido, com lastro preferencial na metodologia dos cálculos apresentados pelo Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais, para condenar os réus, solidariamente ou não, à devolução de todos os valores transferidos à COPASA do orçamento vinculado às ações e serviços de saúde que não foram utilizados em saneamento básico entre os anos de 2003 e 2008, totalizando R$ 3.387.063.363,00 (três bilhões, trezentos e oitenta e sete milhões, sessenta e três mil e trezentos e sessenta e três reais), a serem depositados no Fundo Estadual de Saúde.”

Como o MPE encurralou o governo e Copasa

Para encurralar o governo do Estado e a Copasa, o MPE se valeu de sua autonomia investigativa e requereu às duas instituições as provas que pudessem revelar como foram aplicados os recursos públicos constantes das prestações de contas do Executivo e nos demonstrativos financeiros da empresa.

O que os promotores constataram foi outra coisa ao analisarem os pareceres das auditorias externas realizadas durante esse período: “Além disto, as empresas que realizaram auditoria externa na COPASA, durante o período de 2002 a 2008, não detectaram nos demonstrativos financeiros da empresa os recursos públicos que deveriam ser destinados a ações e serviços da saúde.”

As discrepâncias contidas nas prestações de contas do Estado levaram os promotores a consultar a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), à qual a Copasa deve apresentar seus demonstrativos financeiros e balanços anuais.
Em sua resposta à consulta, a CVM respondeu ao Ministério Público Ofício que “após análise de toda a documentação, não foram encontrados evidências da transferência de recursos da saúde pública para investimentos da COPASA, nos termos da Lei Orçamentária do Estado de Minas Gerais e na respectiva prestação de contas do Estado de Minas Gerais, conforme mencionado na consulta realizada por esta Promotoria de Justiça”.

Na página 26 das 30 que compõem a ação, os promotores afirmam o seguinte sobre a ausência das autoridades convocadas para prestar esclarecimentos sobre o assunto:

“Ressalte-se que a COPASA recusou-se a prestar informações ao Ministério Público sobre os fatos aqui explicitados. Notificado a comparecer na Promotoria de Justiça de Defesa da Saúde, seu Presidente apresentou justificativa na data marcada e não compareceu.A Contadora Geral do Estado também notificada a prestar esclarecimentos, na condição de técnica que assina a Prestação de Contas, também apresentou justificativa pífia e não compareceu na data marcada. Finalmente, a Auditora Geral do Estado, que também assina as Prestações de Contas do Estado, que poderia e até deveria colaborar com a investigação, arvorou-se da condição de servidora com status de Secretário de Estado, por força de dispositivo não aplicável à espécie, contido em lei delegada estadual (sic) e não apresentou qualquer esclarecimento ao Ministério Público.”

Fabrício Menezes - Jornalista

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Altamiro Borges e o Elogio a Aécio

O Jornalista Altamiro Borges publica texto: A Crise Mundial e a Mediocridade de Aécio (aqui). Talvez o jornalista não saiba, mas no meu entender está elogiando o Playboy das Gerais, afinal, ele passou a copiar pensamentos de alguém, coisa que não fazia nem mesmo quando governava Minas. Visto que deixava o governo nas mãos de Andréia Neves e de Anastasia.



Dedicava-se a maior parte do seu precioso tempo a desviar, a fugir do bafômetro dos policiais do Rio de Janeiro. Até que um dia foi pêgo.






E foi pêgo dirigindo uma Land Rover de propriedade da rádio "Arco-íris" da família de Aécio e da qual é sócio. Para uma rádio que declarou um patrimônio de 200 mil reais, é, no mínimo, estranho ter uma frota de carros como a segunte:

1) Toyota Fielder (station wagon)
2) Land Rover TDV8 Vogue
3) Toyota Hilux SWR SRV 4X4
4) Land Rover Discovery TD5
5) MMC L200 Sport 4X4 GLS
6) Audi A6
7) Fiat Strada Adventure Flex
8) Micro ônibus Fiat Ducato
9) Micro ônibus M Benz 312 B Sprinter M
10) Uno Mille fire
11) Gol Mil
12) Moto Honda CG 150 Titã.

São coisas que nem a ciência explica.

Oh! Minas, o que fizeste de Ti?