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sábado, 27 de setembro de 2014

Por que Dilma ganhará as Eleições para a Presidência

Por que os grandes meios de comunicações, o governo norte-americano, a CIA, a NSA e as grandes companhias petrolíferas que estão de olho no Pre-sal e os entreguistas nativos não querem que ela ganhe.

E também por:


Quem viveu os anos Neoliberais de FHC se lembra muito bem de como os pobres e a classe média eram excluídos da sociedade. Quem vive atualmente em Minas Gerais sabe como a dupla Arrocho Neves e Anastasia sucateou o estado, os serviços públicos e arrochou os salários, principalmente, o dos Professores, inclusive, retirando direitos adquiridos e também amordaçou a imprensa vendida impedindo-a de noticiar fatos que prejudicasse a imagem de arrocho Neves.

Agora, apareceu uma nova personagem na política, Marina Silva, que quer ser mais realista que o rei, ou seja, tem um programa mais Neoliberal que FHC, e o mais perigoso é que um dia ela diz uma coisa outro diz outra. É uma indefinição muito perigosa, pois, está em jogo o futuro de milhões de brasileiros que conquistaram melhores condições de vida e querem mantê-las e também aqueles que ainda não conseguiram, mas que estão em processo de mudança. Por isso, não podemos dar um tiro no escuro e correr o risco que perder tudo que conquistamos.

Por isso, não podemos retroceder, o Brasil precisa continuar crescendo e avançando na distribuição de renda.

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Programa Eleitoral de Aécio Never, sobre a Educação em MG, tem erro de Português

O programa eleitoral de Aécio Never do PSDB (Partido dos Salários Mais Baixos do Brasil) que visava mostrar o interesse do candidato à causa da Educação, vem acompanhado de texto com erro de Português.



Do UOL:



Uma propaganda do pré-candidato à presidência da República de Aécio Neves(PSDB) sobre educação, que está sendo veiculada no Youtube e na TV há uma semana, escorregou no português.
O vídeo, intitulado Aécio Neves ressalta os avanços na Educação de Minas Gerais, mostra uma fala do Senador e ex-Governador de Minas sobre como teria melhorado as escolas do estado durante o seu mandato.
Na sequência, é exibido um texto na tela: "Os alunos de Minas tem o melhor desempenho do Brasil". O erro ortográfico se dá pela falta de acento: quando o sujeito é plural, a palavra "tem" leva o acento circunflexo. A forma correta seria, no caso, "Os alunos de Minas têm o melhor desempenho do Brasil".

Veja o vídeo:


sexta-feira, 11 de abril de 2014

Dep. Rogério Correia denuncia descaso dos Governos do PSDB, Aécio Never e Anastasia com a Lei 100



Estamos num estado de sítio em relação às informações que são veiculadas na grande imprensa Brasileira e Mineira, pois, a única versão que se pode publicar é a que interessa aos governos tucanos, entre eles, Aécio e Anastasia que aprovaram a Lei 100, iludindo grande parte do professorado, mesmo sabendo que era uma lei inconstitucional, e agora abandona o barco quando ele começa a afundar.

É essa gente que pretende governar o país e criar o caos que criaram em Minas.




segunda-feira, 5 de março de 2012

Folha de São Paulo Mente. Minas não paga o Piso Nacional dos Professores

Segundo matéria da Folha de São Paulo no site Uol o governo de MG, Aécio/Anastasia já paga o Piso nacional dos Professores. O Jornal informa o valor de R$1.870,00. Este blog não consegue entender.
O Jornal Folha está divulgando salário de que categoria? Esta informação foi obtida do governo ou de cópia dos contracheques dos Professores?

Parece que há uma grande má fé por parte do jornal em divulgar informações falsas. A forma de remuneração em MG é por meio de subsídio e não piso salarial e o valor do subsídio é de R$1.320,00. O governo mineiro promoveu o maior assalto aos direitos adquiridos pelos Professores e destruiu o plano de carreira da categoria, retirou quinquênios, biênios, insalubridade (pó de giz),  e criou o subsídio no valor de R$1.320,00 no ano de 2011 em que o piso era de R$1.187,00 e poder dizer que já pagava o valor do piso. Tudo enganação.

Confira o contracheque de uma Professora com mais de 18 anos de trabalho.



Veja a matéria da Folha de São Paulo.

Estados não garantem piso salarial para professores

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DE SÃO PAULO
Mesmo com a medida estabelecida em lei desde 2008, alguns Estados não garantem que vão cumprir o novo piso salarial para os professores, anunciado pelo MEC na última semana. Levantamento da Folha mostra que ao menos 11 não têm prazo para se adaptar.
A informação é de reportagem publicada na edição desta segunda-feira da Folha. A reportagem completa está disponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha.
O novo piso salarial foi calculado em R$ 1.451 --o que corresponde a pouco mais do que dois salários mínimos. O valor, para professores com jornada semanal de 40 horas, representa reajuste de 22,22% em relação ao ano passado.
Entre os Estados que ainda não sabem se conseguirão se adaptar, o caso mais grave é do Rio Grande do Sul, que tem o menor piso do país: R$ 791. No Piauí, professores iniciaram greve na segunda passada exigindo o piso.

Clique na imagem para ampliar.

Arte/Folhapress

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

R$1.451.00 é o Piso Nacional do Professor. Enquanto nas MG de Aécio/Anastasia ...

O MEC divulgou o valor do Piso Nacional do Professor para o ano de 2012 em R$1451.00. Aécio/Anastasia parece que só tem para mostrar o chamado "choque de gestão" que nada mais é que marketing, pois, a dupla quebrou o estado de MG. Eles enviaram cartas aos pais de alunos dizendo que paga 85% a mais que o piso.

Será que esta dupla fugiu da escola? Como farão para manipular os dados para continuar dizendo que já paga mais que o piso?



Do Vermelho

MEC define piso nacional de R$ 1.451 para professores em 2012

Ficou em R$ 1.451 o valor do piso nacional do magistério para 2012, um aumento de 22,22% em relação a 2011. O reajuste, concedido pelo Ministério da Educação (MEC), foi calculado com base no crescimento do valor mínimo por aluno do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) no mesmo período, conforme determina a lei que criou o piso. Para barrar um projeto de lei que ameaça reduzir esse valor, a categoria organiza uma grande paralisação nacional em meados de março.

A lei determina que nenhum professor pode receber menos do que o valor determinado por uma jornada de 40 horas semanais. Questionada na Justiça por governadores, a legislação foi confirmada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em 2011.

Entes federados argumentam que não têm recursos para pagar o valor estipulado pela lei. O dispositivo prevê que a União complemente o pagamento nesses casos, mas, desde 2008, nenhum estado ou município recebeu os recursos porque, segundo o MEC, não conseguiu comprovar a falta de verbas para esse fim.

No ano passado, o piso era de R$1.187 e, em 2010, R$ 1.024. Em 2009, primeiro ano da vigência da lei, o piso era R$ 950. Alguns governos estaduais e municipais criticam o critério de reajuste e defendem que o valor deveria ser corrigido pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), como ocorre com outras carreiras.

Paralisação

Na Câmara dos Deputados, tramita um projeto de lei que pretende alterar o parâmetro de correção do piso para a variação da inflação. A proposta não prosperou no Senado, mas na Câmara recebeu parecer positivo da Comissão de Finanças e Tributação. A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) prepara uma paralisação nacional dos professores para os dias 14,15 e 16 de março com o objetivo de cobrar o cumprimento da Lei do Piso, entre outras reivindicações.

Em sua página da internet, o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Roberto Leão, faz um chamamento à categoria para aderir ao movimento, que está sendo chamado de Greve Nacional da Educação. Confira o vídeo abaixo.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Professores de MG indignados, publica carta endereçada à atriz Débora Falabella

Todo cidadão(ã) tem uma imagem e, por isso, deve zelar por ela. Será que vale a pena um artista usar sua imagem para vender um produto de baixa qualidade? É etico uma pessoa pública usar sua imagem para vender um produto que não conhece? É justo uma pessoa pública usar seu prestígio para vender um produto de baixa qualidade enganando a população bem intencionada?



Parece que a atriz Débora Falabella não se importa muito com isso, pois, deixou sua imagem ser utilizada pelo governo de MG (Aécio/Anastasia) numa peça publicitária totalmente enganosa, que não reflete a realidade da educação em Minas.

Clique a imagem para ler ou veja a transcrição abaixo.

 
Prezada Débora Falabella,


Às vezes vale a pena recusar alguns trabalhos apenas para não decepcionar milhares de fãs. 

Às vezes vale a pena procurar mais informações sobre o personagem que você irá representar.

Milhares de professores, alunos e comunidades foram extremamente prejudicados pelo governo de Minas Gerais em 2011 e o que você afirma através das peças publicitárias não corresponde à realidade.

No sentido de informá-la da real situação da educação mineira, apresentamos informações:

– O Governo mineiro investe apenas 60% do total dos recursos que deveria investir em educação. O restante vai para fins previdenciários;

– Desde 2008, há uma diminuição do investimento do governo estadual em educação;

– No que se refere à qualidade da educação, o Estado de Minas Gerais tem resultado abaixo da média da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE);

– Apenas 35% das crianças mineiras até cinco anos frequentam estabelecimentos de ensino em Minas Gerais. Onde está o direito à educação de 65% destas crianças?

A realidade do Ensino médio é igualmente vergonhosa:

– nos últimos 6 anos houve uma redução de matrículas no Ensino Médio de 14,18%;

– O passivo de atendimento acumulado no ensino médio regular entre 2003 e 2011, seria de 9,2 milhões de atendimentos. Isso quer dizer que nem todos os adolescentes tiveram o direito de estudar garantido;

– Minas Gerais, comparativamente à média nacional, tem a pior colocação em qualidade da escola: 96% das escolas não têm sala de leitura, 49% não têm quadra de esportes e 64% não têm laboratório de ciências

Os projetos e programas na área da educação são marcados pela descontinuidade e por beneficiar uma parcela muito pequena de alunos.

Veja:

– O Projeto Escola de Tempo Integral beneficiou 105 mil alunos, num universo de 2,5 milhões de alunos;

– O programa professor da família não atinge as famílias mineiras que necessitam de ajuda e tampouco é feito por professores, mas por pessoas sem a formação em licenciatura;

– O Estado não tem rede própria de ensino profissionalizante, repassando recursos públicos à iniciativa privada.

A respeito dos dados sobre o sistema de avaliação, é importante que saiba que são pouco transparentes, com baixa participação da comunidade escolar e ninguém tem acesso à metodologia adotada para comprovar a sua veracidade.

Quanto à valorização dos profissionais da educação relatada nas peças publicitárias, a baixa participação em inscrições para professor no concurso que a Secretaria de Estado realiza comprova que esta profissão em Minas Gerais não é valorizada.

O Governo de Minas não paga o Piso Salarial Profissional Nacional, mas subsídio. Em 2011, 153 mil trabalhadores em educação manifestaram a vontade de não receber o subsídio. Ainda assim o Governo impôs esta remuneração.

Em 2011 o governo mineiro assinou um termo de compromisso com a categoria se comprometendo a negociar o Piso Salarial na carreira. Mas o governo não cumpriu e aprovou uma lei retirando direitos, congelando a carreira dos profissionais da educação até dezembro de 2015.

Compromisso e seriedade com os mineiros são qualidades que faltam em Minas Gerais.

Todas as informações são comprovadas por dados publicados pelo próprio governo estadual e estão à sua disposição. Por fim, a convidamos para conhecer uma escola estadual mineira para comprovar que o personagem das peças publicitárias não corresponde à realidade em Minas Gerais. 





sábado, 28 de janeiro de 2012

Governo Aécio Never/Anastasia e 51 Deputados promoveram o "Maior Assalto" de Direitos dos Trabalhadores da Educação

O Governo de Minas Aécio Never/Anastasia com o apoio servil de 51 deputados promoveram o maior assalto aos direitos adquiridos dos Professores da Rede Estadual de Educação.



Se Aécio Never/Anastasia cumprisse a Lei Federal que instituiu o Piso Nacional do Professor, em 2012 um Professor com Licenciatura Curta teria um salário aproximadamente de R$1.981,00 aplicando a lei ao plano de carreira de 2003 que estava em vigor até a aprovação da lei que promoveu o maior assalto aos direitos adquiridos de uma classe trabalhadora.

Basta cada servidor comparar o seu salário aprovado pelo governo e como seria se fosse aplicado o Piso nacional para ver o tamanho do assalto. E estes governos do PSDB dizem que defendem a Educação Pública. Imaginem se não o fizessem.

A seguir está a tabela de acordo com a nova forma de remuneração de um servidor com licenciatura curta.



A seguir estão os 51 Deputados servis que votaram com Aécio never/Anastasia para promover o assalto.
Não esqueçam destas caras nas próximas eleições não votando em candidatos a prefeitos apoiados por eles e muito menos nestes inimigos da educação pública de qualidade nas próximas eleições para deputados.


domingo, 15 de janeiro de 2012

2012: Trabalhadores fiquem atentos

 

Um grande golpe contra os trabalhadores vem aí


Najla Passos, na Carta Maior


BRASÍLIA – O ano mal começou e os principais movimentos sociais brasileiros já antevêem a necessidade de grandes mobilizações populares. Seja para resistir ao que consideram ameaças, seja para lutar por novas conquistas, sindicalistas, estudantes e sem-terra preparam-se para sair às ruas.

Para a Central Única dos Trabalhadores (CUT), maior central sindical do país, a primeira grande batalha será contra a votação de uma lei da terceirização com mecanismos que, na prática, estimulam aquele expediente.

O projeto do deputado-empresário Sandro Mabel (PMDB-GO) recebeu parecer favorável do relator, Roberto Santiago (PSD-SP), que é sindicalista, e é uma das prioridades do presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), em 2012.

“O parecer é um grande golpe contra os direitos históricos dos trabalhadores”, afirma o secretário-geral da CUT, Quintino Severo.

Para a entidade, também prioridade luta pela redução da jornada de trabalho de 44 horas para 40 horas semanais. Na Câmara, já existe um projeto pronto para ser votado, e a CUT tem esperança que Maia, ex-dirigente da CUT, facilite a votação.

É bem provável, segundo a CUT, que o funcionalismo público, em especial o federal, trave grandes batalhas, que envolverão protestos, ocupações, paralisações e greves. “O fato do governo ter defendido e aprovado no Congresso a não previsão de reajuste para a categoria no Orçamento 2012 gerou um descontentamento muito grande”, justifica Severo.

O sindicalista ressalta, ainda, no centro dos embates previstos para 2012, a batalha pelo fim do fator previdenciário, que vem dificultando o acesso à aposentadoria justa para milhões de brasileiros. No campo sindical, a principal bandeira é o fim do imposto sindical que, segundo ele, atrela a luta dos trabalhadores ao estado.

Estudantes

A União Nacional dos Estudantes (UNE), mais tradicional representante do movimento estudantil, promete fazer novas manifestações para garantir que o governo recue e aceite que o Congresso aprove uma lei destinando 10% do Produto Interno Bruto (PIB) à educação, área em que deverá haver troca de ministro .

A bandeira é uma daquelas raras reivindicações que conquistam aprovação unânime entre os movimentos sociais e sindicais do país. Mesmo assim, não encontra respaldo do governo, cujo ministro da Educação será substituído — Fernando Haddad deixará o cargo para tentar ser prefeito de São Paulo; para o lugar dele, deverá ir Aloizio Mercadante, da Ciência e Tecnologia.

A proposta original de Plano Nacional da Educação 2011-2020 enviada por Haddad ao Congresso fixava o investimento em 7% do PIB (hoje, são 5%). Sob pressão, o relator, deputado Ângelo Vanhoni (PT-PR), negociar com a equipe econômica aumento para 8%. Mas não foi suficiente para acalmar os movimentos.

A destinação de 50% do fundo do pré-sal para a educação não é uma bandeira tão unânime quanto a primeira, mas agrada boa parte da sociedade civil organizada e já foi aprovada pela Comissão de Educação do Senado. “É, inclusive, uma estratégia para apontar de onde virão os recursos para garantir os 10% do PIB”, esclarece o presidente da UNE, Daniel Iliescu.

A votação final do Sistema Nacional da Juventude, que está no Senado, com regras que garantem meia entrada e meia-passagem em todo o país, também é prioridade.

A primeira grande ação da UNE em 2012, em que completa 75 anos, ocorrerá entre abril e julho, quando a Caravana UNE + 10 visitará cem municípios brasileiros promovendo debates sobre o Plano Nacional de Educação, a Reforma Universitária e outros nove temas de interesse geral. “Como 2012 é um ano de eleições municipais, nós queremos discutir o desenvolvimento do país a partir de uma perspectiva mais regional”, diz Iliescu.

Reforma agrária

Já o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST), maior movimento social brasileiro, afirma que não poupará esforços para colocar a reforma agrária na agenda do governo Dilma, após a frustração de um ano em que o assentamento das famílias sem-terra não saiu do papel, e só na última semana do ano a presidenta baixou decretos de desapropriação.

A entidade cobra um plano de assentamento para 180 mil famílias acampadas pelo país. Reivindica também políticas públicas para o desenvolvimento do assentamentos já existentes, com o objetivo de melhorar as condições de vida das 500 mil famílias que deles dependem. E, também, a superação do analfabetismo no campo.

“Uma vez que o governo não assenta as famílias acampadas nem implementa as políticas para garantir os direitos sociais, a produção agrícola e a geração de renda nos assentamentos, vamos intensificar as lutas e pressionar por avanços na reforma agrária”, afirma José Batista Oliveira, da coordenação-geral do Movimento.

Segundo ele, os sem-terra também participarão das batalhas que movem o conjunto da classe trabalhadora, como as já citadas lutas pela redução da jornada de trabalho e pela destinação dos 10% do PIB para a educação.

“A proibição do uso de agrotóxicos, uma reforma urbana que garanta moradia e a reorganização do sistema de transporte e melhores condições de vida nas grandes metrópoles, uma reforma tributária progressiva para taxar aqueles que concentram a renda, a riqueza e o lucro e a democratização dos meios de comunicação de massa também estão na nossa pauta”, complementa.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Piso Nacional do Professor deverá ser de R$1.450,00

Enquanto isso, nas Minas Gerais do (Des) governo Aécio/Anastasia corta-se salário, retira direitos adquiridos, sucateia a educação pública. Tudo isso, para tentar colocar nas mãos do funcionalismo a responsabilidade pela incompetência administrativa desta dupla que sucateou os serviços públicos e endividou o estado de Minas.



Fonte: Novo Jornal

Piso nacional de professor deve ir para R$ 1.450 mensais  


Governadores e prefeitos pressionavam o governo federal para dar aos professores apenas a variação da inflação (6,5%)

O governo deve confirmar um reajuste de 22% no piso nacional dos professores. O índice representa a variação no valor mínimo de investimento por aluno do Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) entre 2011 e 2012 e levaria o salário-base dos atuais R$ 1.187 para R$ 1.450 mensais.

Apesar da pressão de prefeitos e governadores, que alegam não poder arcar com o aumento acima da inflação do salário mínimo e dos professores, a tendência do governo é manter a lei como está. Qualquer valor inferior aos 22% abriria espaço para contestação judicial ou teria de ser apresentado com mudança na lei.

A lei que criou o piso diz que o reajuste será feito todo janeiro, no mesmo porcentual da atualização do valor do Fundeb, e terá de ser o menor valor básico para os professores por 40 horas-aula semanais.

Governadores e prefeitos pressionavam o governo federal para dar aos professores apenas a variação da inflação (6,5%). Em 2011, o reajuste de 16% já incomodou Estados e municípios. Hoje, 16 Estados não cumprem o piso. Outros cinco pagam menos que os R$ 1.450 que devem entrar em vigor em fevereiro.

Não houve conversa definitiva sobre o assunto entre a presidente Dilma Rousseff e o ministro Fernando Haddad. A decisão final ainda não foi tomada, até porque o ministro espera os dados consolidados do Tesouro Nacional para fechar o valor final do reajuste do Fundeb. É improvável, no entanto, que esse seja menor que os 22% calculados até aqui.

clique na imagem para ler o caderno abaixo.



segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Professores de MG não esquecerão os desmandos da dupla Aécio/Anastasia

O ano de 2011 foi um ano que marcou para os Professores de MG. Muitos destes Professores apoiaram a dupla Aécio/Anastasia nas últimas eleições e tiveram o pagamento por parte do desgoverno no ano passado, quando foram cortados os direitos adquiridos e imposto um arrocho salarial nunca visto no estado.



Além de não cumprir a Lei Federal que instituiu o Piso Salarial Nacional dos Professores e, portanto, ser um governo fora da lei, não honra a palavra e muito menos os compromissos que assina.

O desgoverno Aécio/Anastasia para por fim a greve dos Professores, que reivindicava apenas que fosse cumprida a lei, assinou documento em que se comprometia a pagar o Piso Nacional dos Professores, diante disso e da crença que o desgoverno Aécio/Anastasia honraria a palavra e sua assinatura, a greve foi supensa. Então o desgoverno deu o golpe na classe enviando substitutivo ao Projeto de lei 2.355/2011 acabando com o plano de carreira dos Professores e instituindo a chamada remuneração unificada para burlar a lei do Piso Nacional.

Não é de se estranhar que a dupla Aécio/Anastasia tenha feito isso. Nos últimos 10 anos não fizeram outra coisa a não ser mentir para a população com a cumplicidade da mídia, comprada com recursos públicos, maqueando a contabilidade para dizer que tinha zerado as contas do estado. Anunciado em 2004, o tão propagado "Déficit Zero" era apenas mais uma obra de ficção da administração Aécio/Anastasia, pois, em 2002 a dívida do estado era de R$12 bilhões em 2011 chegou a R$67 bilhões e para completar em novembro de 2011, o desgoverno pediu autorização a Assembléia Legislativa para contrair empréstimo de R$5 bilhões junto ao BID para pagar dívida do estado com a CEMIG.

Tudo isso feito com o apoio subserviente de deputados que não possui nenhum compromisso com seus eleitores e, sim, com seus interesses particulares.

A Tribunal de Justiça e o Ministério Público também têm suas parcelas de contribuição se omitindo de suas obrigações constitucionais de zelar pelo cumprimento das leis.

Neste ano de 2012, haverá eleições e os Professores não vão esquecer o "assalto" feito pelo desgoverno Aécio/Anastasia e seus asseclas.

Clique na imagem para ampliar.




domingo, 27 de novembro de 2011

Impunidade: Dep. Jair Bolsonaro Insulta a População Brasileira

Do blog aa Ana Giulia Zortea

Mais Uma Vez Um Tal Deputado....

O cargo de presidente de um país, ao meu ponto de vista é o mais alto cargo que alguém pode alcançar.
E hoje dia 24 de novembro li muitas coisas que me deixaram indignada, mas não vou falar sobre todas
porque são coisas que machucam(estou tentando tocar o barco).

Portanto vou falar apenas sobre um tal deputado Bolsonaro. Este senhor a alguns meses atrás já havia falado algo que repercutiu e muito mal sobre a mulher negra, mas ninguém fez nada de concreto, afinal no Brasil cada um fala o que quer e bem entende, é o famoso direito de expressão(embora eu acredite que não funcione da mesma forma para todos).

Mas eu acredito que respeito todos merecem, principalmente a presidenta que esta no mais alto cargo do país. Se um deputado fala com tamanho desrespeito em relação a nossa presidenta e ninguém faz nada, como podemos querer que la fora o Brasil continue e seja respeitado, se aqui cada um fala e ofende a primeira mulher presidente do país???

Falam tanto em violência contra a mulher, pois ao meu ponto de vista isto também foi um ato de violência e desrespeito de um homem contra uma mulher, pois não falam que violência não é só física, ela pode ser psicológica moral e outras???? Liberdade de expressão é uma coisa, agora desrespeito é outra.

Falei a alguns dias atrás que ao meu ver os partidos no Brasil podem divergir mas se respeitam, acho que tenho que retirar o que disse. Não concordar com alguém é uma coisa, agora querer mudar a opinião de todos na marra é outra.

Fiquei sabendo deste tal kite gay. E tenho onze anos, na verdade acho que seria estranho ver livros como falaram que era, mas sinceramente não vejo nada demais em ter aula com um professor gay ou professora, e também acho que seria interessante se o tema fosse abordado não entre crianças de até o quinto ano, mas do sétimo em diante .

Afinal pelo que vejo isto não faz de ninguém melhor ou pior, ser gay não muda o carater de ninguém ser gay não vai fazer da pessoa assassina bandido ou coisa do tipo. Vejo muitos bandidos que não são gays alias, na TV os crimes mais horríveis geralmente são cometidos por homens "bravos"não era bem esta palavra mas não consigo definir agora mas acho que vocês me entendem.  Isto esta virando uma bagunça só.

Podemos e devemos ter liberdade de expressão sim, mas também devemos ser punidos pelas ofensas que fazemos por usar nossa liberdade de expressão com ofensas inapropriadas. Sei que não tenho muito o que falar sobre isso, confesso que é um assunto difícil de ser abordado tanto no colégio quanto em casa fala-se muito pouco sobre isso.

A única coisa que falam aqui em casa é que cada  um é livre desde que viva dignamente, não importa se é gay hetero  negro  branco índio japonês ou etc, o que importa é o respeito que temos pelo outro. E eu acho que é isso que tem que ser ensinado nos colégios, porque sinceramente não é o que vejo ultimamente .

Enquanto esta discussão inútil continuar sobre gay ou hétero, o que realmente importa que é o respeito pelo outro vai ficando cada vez mais distante, e o respeito significa aceitar as diferenças, posso não concordar mas tenho  que respeitar é isso que as pessoas precisam entender , e é isso que precisa ser ensinado.

Ana Giulia

sábado, 15 de outubro de 2011

Portal IG: Pior Salário de Professor é o de Minas Gerais

Segundo matéria publicada hoje no Portal IG, Os Professores Mineiros não tem muito o que comemorar. Embora a dupla Aécio/ Anastasia divulgue em suas matérias compradas na mídia, dizendo que já pagam o Piso nacional do Professor, não passa de uma falácia como comprova a reportagem abaixo.


Maioria dos Estados não cumpre lei do piso nacional para professor

Levantamento do iG mostra que nove ainda não pagam salário base estabelecido e 16 não preveem tempo mínimo fora da sala de aula

Cinthia Rodrigues, iG São Paulo | 15/10/2011 00:00

A tão falada valorização dos professores ainda não chegou ao patamar mínimo exigido por lei na maior parte do Brasil. Levantamento realizado pelo iG mostra que a maioria das redes estaduais não garante aos homenageados deste 15 de outubro a remuneração e a condição de trabalho prevista na lei 11.738, que já completou quatro aniversários e foi confirmada até no Supremo Tribunal Federal.

Das 27 unidades da federação, apenas Acre, Rondônia, Paraíba, Sergipe, Mato Grosso e Espírito Santo cumprem a legislação em vigor. Nove Estados ainda pagam salário base menor do que os R$ 1.187 previstos no piso e pelo menos 16 preveem menos de um terço da carga horária para formação, reuniões e preparo de aulas – apontados como a grande ferramenta para melhorar a qualidade do professor e da educação no País.

É preciso parar de falar em valorização e fazer o mínimo que já está estabelecido"
O pior piso é o de Minas Gerais, que deve mudar após 112 dias de greve. Atualmente, são R$ 369,89 por uma carga horária de 24 horas. Feita a equivalência para a carga horária de 40 horas, usada para o piso nacional, o valor seria de 616,48.

A base vale para os professores leigos, como são chamados os profissionais contratados que não têm formação superior. Com exceção do Distrito Federal e do Amapá, todas as outras unidades da federação ainda contam com mestres que estudaram apenas até o ensino médio.

=> Siga o iG Educação no twitter e receba notícias sobre a carreira de professor no Brasil
Outra parte da legislação ainda menos seguida pelas redes estaduais é a previsão de um terço da carga horária remunerada para o professor atuar fora da sala de aula. A situação é prevista na lei do piso por conta do entendimento de especialistas de que não é possível dar aula sem antes prepará-la e depois avaliar os resultados. O Supremo Tribunal Federal julgou que a previsão é constitucional e necessária, mas 16 Estados não cumprem e outros três não informaram se há reserva.

No Ceará - que não por acaso viveu a segunda maior greve de professores do País este ano atrás apenas dos mineiros - os professores têm zero de tempo para preparo de aula. A paralisação levou à promessa do governo de mudança, mas a nova proposta ainda está em elaboração.

Veja abaixo a lista completa com os dados de cada Estado:

Unidade da Federação Piso para leigos
(R$)*
Piso para licenciados (R$)* Porcentual de carga horária reservada para preparo do professor
Região norte      
amazonas 663,09 1.807,52 25%
acre 1.187,97 1.759,58 33%
amapá não existe 1.053,00 40%
pará 1.120,00 1.332,00 não informado
Rondônia 1.187,91 1.380,00 40%
roraima 2.080,00 2.880,00 12%
tocantins 1.239,31 2.854,51 não informado
região nordeste      
alagoas 1.187,97 2.031,42 25%
bahia 1.105,56 1.385,98 33%
ceará 739,84 1.327,00 0%
Paraíba 1.234,66 1.481,86 33%
pernambuco 1.187 1.247,00 30%
piauí 1.187,97 1.418,15 30%
rio grande do norte 1.187,00 1.187,00 17%
maranhão 854,98 1.056,76 20%
sergipe 1.187,97 1.663,16 38%
região centro-oeste      
distrito federal  não existe 2.162,87  25%
 goiás 1.006,00  1.525,18 não informado
 mato grosso 1.664,90  2.497,36  33%
 mato grosso do sul  1.193,40 1.988,88  10%
 região sudeste      
 são paulo 1.894,12 1.988,83 17%
 minas gerais 616,48 917,56 25%
 espírito santo  1.187,97 2.793,06  32%
 rio de janeiro 1.333,07 2.194,77 25%
 região sul      
 paraná 1.189,97 1.699,96  20%
 santa catarina  1.187,00  1.380,00 20%
 rio grande do sul 862,80  1.463,48  20%

*valores para carga horária de 40 horas. Nos locais onde não há esta carga horária foi feita a equivalência para permitir a comparação com o piso nacional 

Fonte: secretarias de Estado da Educação e sindicatos de professores



Foto: Amana Salles/Fotoarena
Joice acha o aprendizado dos alunos gratificante, mas reclama da demora para o professor ser bem remunerado

A professora Clélia Brandão, conselheira da Câmara de Educação Básica, ressalta que sem a carga horária remunerada à parte das aulas, os docentes buscam remuneração em mais empregos, correm de uma escola para outra e não têm tempo para pensar no trabalho que fazem. “Acho que o Brasil é o único lugar do mundo em que professor trabalha em tantas escolas. É preciso parar de falar em valorização e fazer o mínimo que já está estabelecido.”

O Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) pede ao governo federal ajuda para cumprir a lei. Em nota, a presidente do órgão e secretária do Mato Grosso do Sul, Maria Nilene Badeca da Costa, afirmou que “nenhum secretário estadual de educação é contra o piso do magistério. Ao contrário. Todos consideram que o piso valoriza os profissionais e, por consequência, reflete na melhoria da qualidade da educação”.

“No entanto, são 27 diferentes realidades”, continua ela. “O principal entrave é o orçamentário. Há situações em que praticamente todos os recursos para a educação já estão comprometidos com a folha de pagamento e a questão de Lei de Responsabilidade Fiscal, que precisa ser observada pelos entes federados. O Consed entende que a União deveria viabilizar maior aporte de recursos para a educação.”
Ela aponta a desigualdade na divisão do investimentos. “Do montante nacional investido em educação - correspondente a 5% do PIB - 80% são responsabilidade de Estados e municípios. Já o governo federal, que arrecada 60% de todos os impostos no País, colabora com apenas 20% do total”, diz.

Os Estados com maior piso para professor são Roraima e Tocantins, o primeiro reserva apenas 12% da carga para que o professor prepare as aulas e faça reuniões, no segundo a Secretaria Estadual de Educação recusou a informação pública.
* com colaboração de Daniel Aderaldo, iG Ceará, Denise Motta, iG Minas Gerais e Wilson Lima, iG Maranhão