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segunda-feira, 14 de maio de 2012

Veja e seus Tentáculos no Crime Organizado

O PIG (Partido da Imprensa Golpista) foramdo por Veja, Globo, folha, Estadão e seus asseclas estão enrolados até o pescoço com o crime organizado. Parece que os partidos como PSDB, DEM e PPS que são protegidos pelo PIG pode estar juntos num projeto que visasa desestabilizar o Brasil e com isso obter dividendos políticos. É preciso que a CPMI do Cachoeira convoque a Veja, pois, mostrará como agem de maneira sórdida para conseguir o poder e levar vantegens.




Aécio Never também deve esclarecer sua ligação com Cachoeira, quando interveio para nomear prima do contraventor para órgão do Estado de Minas Gerais. O Mocinho ficou muito nervosinho.


quinta-feira, 12 de abril de 2012

"Cachoeira de Lágrimas" faz sucesso entre Demos e Tucanos

A oposição a Marconi Pirillo vem enfernizando a vida deste, seu partido o PSDB e do Dem com a música "cachoeira de lágrimas" cantada pela dupla Carlito e Baduy.




Da Revista Carta Capital:

Demóstenes, Marconi e Policarpo



O caso do senador Demóstenes Torres é representativo de uma crise moral que, a bem da sacrossanta verdade, transcende a política, envolve tendências, hábitos, tradições até, da sociedade nativa. No quadro, cabe à mídia um papel de extrema relevância. Qual é no momento seu transparente objetivo? Fazer com que o escândalo goiano fique circunscrito à figura do senador, o qual, aliás, prestimoso se imola ao se despedir do DEM. DEM, é de pasmar, de democratas.

Ora, ora. Por que a mídia silencia a respeito de um ponto importante das passagens conhecidas do relatório da Polícia Federal? Aludo ao relacionamento entre o bicheiro Cachoeira e o chefe da sucursal da revista Veja em Brasília, Policarpo Júnior. E por que com tanto atraso se refere ao envolvimento do governador Marconi Perillo? E por que se fecha em copas diante do sequestro sofrido por CartaCapital em Goiânia no dia da chegada às bancas da sua última edição? Lembrei-me dos tempos da ditadura em que a Veja dirigida por mim era apreendida pela PM.

A omissão da mídia nativa é um clássico, precipitado pela peculiar convicção de que fato não noticiado simplesmente não se deu. Não há somente algo de podre nas redações, mas também de tresloucado. Este aspecto patológico da atuação do jornalismo pátrio acentua-se na perspectiva de novas e candentes revelações contidas no relatório da PF. Para nos esclarecer, mais e mais, a respeito da influência de Cachoeira junto ao governo tucano de Goiás e da parceria entre o bicheiro e o jornalista Policarpo. E em geral a dilatar o alcance da investigação policial.

Quanto à jornalística, vale uma súbita, desagradável suspeita. Como se deu que os trechos do documento relativos às conversas entre Cachoeira e Policarpo tenham chegado à redação de Veja? Sim, a revista os publica, quem sabe apenas em parte, para demonstrar que o chefe da sucursal cumpria dignamente sua tarefa profissional. Ou seria missão? No entanto, à luz de um princípio ético elementar, o crédito conferido pelo jornalista às informações do criminoso configura, por si, a traição aos valores da profissão. Quanto à suspeita formulada no início deste parágrafo, ela se justifica plenamente: é simples supor vazamento originado nos próprios gabinetes da PF. E vamos assim de traição em traição.

A receita não a dispensa, a traição, antes a exige nas mais diversas tonalidades e sabores. A ser misturada, para a perfeição do guisado, com hipocrisia, prepotência, desfaçatez, demagogia, arrogância etc. etc. E a contribuição inestimável da mídia, empenhada em liquidar rapidamente o caso Demóstenes, para voltar, de mãos livres, à inesgotável tentativa de criar problemas para o governo. Os resultados são decepcionantes, permito-me observar. A popularidade da presidenta Dilma acaba de crescer de 72% para 77%.

E aqui constato haver quem tenha CartaCapital como praticante de um certo, ou incerto, “jornalismo ideológico”. Confesso, contristado, minha ignorância quanto ao exato significado da expressão. Se ideológico significa fidelidade canina à verdade factual, exercício desabrido do espírito crítico, fiscalização diuturna do poder onde quer que se manifeste, então a definição é correta. E é se significa que, no nosso entendimento, a liberdade é apanágio de poucos, pouquíssimos, se não houver igualdade. A qual, como sabemos, no Brasil por ora não passa de miragem.

E é se a prova for buscada na nossa convicção de que Adam Smith não imaginava, como fim último do capitalismo, fabricantes de dinheiro em lugar de produtores de bens e serviços. Ou buscada em outra convicção, a da irresponsabilidade secular da elite nativa, pródiga no desperdício sistemático do patrimônio Brasil e hoje admiravelmente representada por uma minoria privilegiada exibicionista, pretensiosa, ignorante, instalada no derradeiro degrau do provincianismo. Ou buscada no nosso apreço por toda iniciativa governista propícia à distribuição da renda e à realização de uma política exterior independente.

Sim, enxergamos no tucanato a última flor do udenismo velho de guerra e em Fernando Henrique Cardoso um mestre em hipocrisia. Quid demonstrandum est pela leitura do seu mais recente artigo domingueiro na página 2 do Estadão. O presidente da privataria tucana, comprador dos votos parlamentares para conseguir a reeleição e autor do maior engodo eleitoral da história do Brasil, afirma, com expressão de Catão, o censor, que se não houver reação, a corrupção ainda será “condição de governabilidade”.

Achamos demagógica e apressada a decisão de realizar a Copa no Brasil e tememos o fracasso da organização do evento, com efeitos negativos sobre o prestígio conquistado pelo País mundo afora nos últimos dez anos. Ah, sim, estivéssemos de volta ao passado, a 2002, 2006 e 2010, confirmaríamos nosso apoio às candidaturas de Lula e Dilma Rousseff. Se isso nos torna ideológicos, também o são os jornais que nos Estados Unidos apoiaram e apoiarão Obama, ou que na Itália se colocaram contra Silvio Berlusconi. Ou o Estadão, quando em 2006 deu seu voto a Geraldo Alckmin e em 2010 a José Serra.

Não acreditamos, positivamente, que de 1964 a 1985 o Brasil tenha sido entregue a uma “ditabranda”, muito pelo contrário, embora os ditadores, e seus verdugos e torturadores, tenham se excedido sem necessidade em violência, por terem de enfrentar uma resistência pífia e contarem com o apoio maciço da minoria privilegiada, ou seja, a dos marchadores da família, com Deus e pela liberdade. Hoje estamos impavidamente decepcionados com o comportamento de muitos que se apresentavam como esquerdistas e despencaram do lado oposto, enquanto gostaríamos que a chamada Comissão da Verdade atingisse suas últimas consequências.

Agora me pergunto como haveria de ser definido o jornalismo dos demais órgãos da mídia nativa, patrões, jagunços, sabujos e fâmulos, com algumas exceções, tanto mais notáveis porque raras. Ideologias são construídas pelas ideias. De verdade, alimentamos ideias opostas. Nós acreditamos que algum dia o Brasil será justo e feliz. Eles querem que nada mude, se possível que regrida.

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Consequências da Veneração ao Neoliberalismo e ao "Deus" Mercado

Suicídio na porta do parlamento choca gregos

Do vermelho


Dimitris Christoulas matou-se pelas dívidas e culpou o governo da sua situação limite antes de se disparar à cabeça. Era um farmacêutico reformado acossado pelas dívidas, que foi incapaz de enfrentar. Aconteceu nesta quarta-feira (4) pelas 9:00 h na Praça Syntagma de Atenas, lugar onde se encontra o parlamento grego.

Na sua carta de suicídio lia-se: "O governo de Tsolakoglou [primeiro ministro que em 1941 permitiu a entrada dos nazistas na Grécia, e com quem Christoulas comparou o atual premiê] aniquilou todos os vestígios da minha sobrevivência. E já que não consigo encontrar justiça, não consigo encontrar outra forma de reagir que não colocar um final decente [à minha vida], antes que começasse a procurar comida no lixo."

Testemunhas afirmam que Christoulas berrou "não quero deixar dívidas aos meus filhos" antes de morrer.

Segundo os dados do próprio Ministério de Sanidade do país heleno, os suicídios aumentaram 40% até junho de 2011, e os dados desde então possivelmente só pioraram: fome, miséria e abandonos de crianças que não podem ser atendidas são já pratos comuns à mesa da sociedade grega. Tal como os pratos de comida que Christoulas não quis "procurar no lixo", acrescentando à nota de suicídio que não podia "ter uma vida digna".

O ex-farmacêutico disse também que algum dia "nessa mesma praça" na qual ele morreu "os jovens tomarão as armas e enforcarão os traidores deste país, como os italianos fizeram com Mussolini em 1945".

Homens e mulheres renderam homenagem a Dimitris Christoulas. Depositaram flores e lembranças no local da sua morte, e culparam o governo grego de ser o instigador da atitude. O suicídio gerou manifestações que resultaram em confrontos com policiais e a prisão de 12 pessoas.

Fonte: Diário da Liberdade

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Aécio Never Contra a Investigação de Juízes?



O Senador Demóstenes Torres do DEM de Goiás acusou o Senador Aécio (Privata) Never de impedir a votação da PEC do CNJ (Conselho Nacional de Justiça) que garantiria ao Conselho o poder de investigação retirado por liminar pelo Ministro do Supremo Marco Aurélio de Mello.

O STF vem, já a algum tempo, tentando limitar os poderes do CNJ. Marco Aurélio de Mello numa atitude, no mínimo estranha, no último dia do ano judiciário, uma vergonha o judiciário fica mais de férias do que trabalha, retirou os poderes do CNJ a pedido das Associações de Juízes.

O que os Juízes temem com estas investigações? Se não tem nada a esconder, seria uma honra para eles serem investigados e depois constatarem que são homens probos, honestos e imparciais em suas sentenças. Mas diante dessa atitude de não aceitar serem investigados dá a entender que há algo de podre no ar.

E o que estaria tentando ajudar a esconder o Aécio (Privata) Never? Em Minas Gerais, as instituições da "justiça" estão a serviço do Senador que faz e desfaz e não acontece nada. O Ministério Público de MG atua como autarquia do Governo Mineiro, não fiscaliza o governo e nem o cumprimento das leis. O Tribunal de Justiça julga sempre favorável ao governo. Exemplo disso foi a greve dos Professores do estado que um desembargador que não ficou nem um pouco vermelho dizendo que a greve era ilegal porque muitos alunos tinham na merenda escolar sua única fonte de alimentação. Depois de um mês de greve, o Sindicato dos Professores entrou com recurso junto ao TJMG para que a justiça intermediasse um acordo para por fim a greve. Este mesmo desembargador não quis intervir. Depois de 112 dias de greve a pedido do governador Aécio/Anastasia este desembargador utilizou deste argumento.

Ora com trinta dias sem a merenda escolar os alunos já não teriam morrido de fome? O desembargador achou que não, era possível ficar trinta dias sem se alimentar. Porém, com 112 dias aí a coisa ficaria mais séria e teria de tomar uma atitude, pois aquelas crianças poderiam realmente morrer.

A desfaçatez não tem limites.

Do site Conversa Afiada


Na verdade, o que dá a entender, salvo engano, é que tudo não passa de uma troca de favores.

Quando é que a população vai reagir a estes conchavos? É preciso que o povo reaja, pois, é imprescindível para a dmocracia que essa Caixa-preta do judiciário seja aberta para o bem do próprio povo.

Aécio Never quer ser presidente, o que podemos esperar de um político que tenta impedir um órgão como o CNJ de poder investigar delitos de magistrados?